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Fonte | Regulamento | Ficha de candidatura | Cartaz |

Com o intuito de alterar realidades sociais e, simultaneamente, formar os jovens, no sentido de os alertar para a possibilidade que cada um tem de melhorar a comunidade que os rodeia, o prémio “Linka-te aos Outros” tem como grupo-alvo todos os jovens a frequentar a escola entre o 7º e o 12º ano e consiste na apresentação de propostas para resolução, através de atividades de voluntariado, de problemas locais que os próprios detetem.

 

O “Linka-te aos Outros” assenta toda a sua essência nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar de todos, proteger o ambiente e combater as alterações climáticas, são objetivos que, embora pareçam vagos e difíceis de alcançar, dependem do envolvimento de todos os governos e cidadãos.

 

Com pequenos gestos, na escola, na rua, em casa, junto da família, colegas ou amigos, é fácil cada um de nós à sua medida fazer parte da construção de um mundo mais humano.

 

O “Linka-te aos Outros” é um projeto que vem ajudar os jovens a concretizar estes objetivos.

A AMI selecionará os projetos mais consistentes (no máximo 5) e financiará 90% dos mesmos, até um total de €2000.

 

O Linka-te aos Outros vai mais além:

  • É um estímulo ao rigor, uma vez que a ficha de candidatura constitui uma proposta de projeto rigorosa, com definição de objetivos gerais e específicos, resultados, atividades, orçamento, calendário de execução, critérios de viabilidade e sustentabilidade e impacto;
  • É um estímulo ao envolvimento dos jovens na comunidade, uma vez que 10% do orçamento apresentado terá de ser conseguido pelos próprios jovens, junto de empresas, instituições e/ou comércio local.

 

De 15 de outubro de 2018 a 4 de janeiro de 2019 poderão ser enviados para a Fundação AMI os formulários de candidatura preenchidos e com os devidos anexos, para apreciação do Júri.

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Audio-conto: Heróis da Fruta e o acampamento da Noite das Bruxas

 

O projeto SOBE+ (Direção Geral da Saúde, Rede de Bibliotecas Escolares e Plano Nacional de Leitura) uniu esforços ao projeto Heróis da Fruta que definiu um novo lema para a sua missão do ano letivo 2018/2019: "Sorrisos Super Saudáveis".
 
Através de atividades de leitura e escrita, entre outras, pretende-se motivar o consumo diário de lanches escolares mais equilibrados e incentivar e reforçar hábitos de saúde oral junto dos alunos e encarregados de educação.
 
 
Por outro lado foi hoje lançado o conto que dá o mote ao início do desafio deste ano que pode ser visto e ouvido acima.
 

Os Heróis da Fruta têm um plano infalível para celebrar a noite mais assustadora do ano, sem doces: um acampamento noturno na biblioteca da escola. Neste conto pedagógico, além do incentivo para as escolhas alimentares mais saudáveis, as crianças recordam a importância de escovar os seus dentes depois das refeições e sempre antes de ir dormir!

Veja e subscreva o canal do youtube dos Heróis da fruta: aqui

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 por Rita Pimenta | ler no Público

 

Professores e alunos de todo o país trouxeram a Antiguidade para as salas de aula. Resultou. Crianças e jovens lêem os clássicos e gostam. Os prémios das Olimpíadas da Cultura Clássica são entregues nesta sexta-feira em Lisboa.

 

Perto de dois mil alunos de dezenas de escolas conviveram com Ulisses e Penélope, conheceram Zeus e os Jogos Olímpicos e exploraram o Labirinto de Creta com o Minotauro. Depois, participaram nas Olimpíadas da Cultura Clássica, uma iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e das autoras do projecto Olimpvs.net.

 

Nesta sexta-feira, os melhores trabalhos de escrita, artes e multimédia recebem prémios na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O secretário de Estado da Educação, João Costa, vai lá estar.

 

O projecto foi anunciado em Novembro do ano passado, tendo como propósito “manter vivo o espírito humanista do conhecimento clássico”, como afirmou na altura Teresa Santa-Clara, da RBE. E “a resposta das escolas foi muito superior à esperada”, disse agora ao PÚBLICO.

 

Entraram no concurso cerca de mil trabalhos sobre Antiguidade Clássica escritos por alunos do 4.º ao 12.º ano, enquanto nas provas de artes e multimédia participaram 800 estudantes. Cristina Pimentel, presidente do júri, disse ao PÚBLICO: “Tínhamos pensado que, se nos chegassem 20 ou 30 trabalhos, já ficaríamos contentes. Foi uma bela surpresa.”

 

A adesão das escolas foi tal que tiveram de encerrar a plataforma de inscrição online para pedidos de conferências à volta do tema e do projecto, informa a professora da área de Literaturas, Artes e Culturas, dizendo que “choveram pedidos”.

 

Começa assim a ser cumprido o desejo das autoras da colecção Olimpvs.net, Ana Soares, professora, e Bárbara Wong, jornalista do PÚBLICO: “Estender este gosto pelos clássicos a todas as escolas.”        

 

Esculturas, banda desenhada e humor

Cristina Pimentel valoriza o trabalho dos professores-bibliotecários e diz ter acontecido exactamente o que desejavam: “A ligação entre professores de várias disciplinas. Docentes de Língua Portuguesa, História, Educação Visual e Tecnológica trabalharam em conjunto.” Para o ano, terá de ser revista “a estrutura de funcionamento”, anuncia. “Estamos felizes, mas exaustas.”

 

Receberam esculturas, jogos de tabuleiro, bandas desenhadas, cartazes e até uma instalação artística (de quadros com poemas). Noutro registo, entraram no concurso filmes, jogos de computador, páginas Web e um e-book. “Trabalhos maravilhosos”, diz a jurada, que assumiu a dificuldade em escolher os premiados. A prová-lo está o facto de o primeiro prémio nesta categoria de artes/multimédia ter sido atribuído ex aequo a três trabalhos. “Sei que é estranho haver três primeiros prémios, mas era impossível escolher”, diz entusiasmada.

 

Na vertente das provas escritas, os alunos, além de terem de responder a algumas perguntas, foram desafiados a criar composições. Havia a proposta de se “transformarem” em Telémaco e redigirem uma carta que seria entregue ao seu pai; a de se imaginarem Teseu e entrarem no labirinto mas sem o novelo ou ainda supor que Ulisses tivesse conseguido libertar-se das cordas enquanto escutava o canto das sereias.

(...)

 

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Ler+ Jovem é um desafio lançado aos jovens do ensino secundário pelo Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL 2027) e Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) para promover a leitura, dentro e fora das escolas.

 

A iniciativa dirige-se a escolas do ensino secundário que desejem dinamizar atividades para estimular a prática e o gosto pela leitura e pela escrita dos alunos deste nível de ensino.

 

O Ler+ Jovem visa constituir-se como um projeto de jovens e com jovens, que se destina quer aos seus pares, quer à população em geral.

 

Os jovens serão, por conseguinte, os principais atores das ações de divulgação da leitura e da escrita a desenvolver junto das respetivas comunidades.

 

O projeto Ler+ Jovem desenvolver-se-á em cada escola secundária ao longo de dois anos letivos.

 

Os agrupamentos e escolas não agrupadas que queiram apresentar candidatura à 6ª edição do Ler+ Jovem devem preencher, até ao dia 20 de julho, o formulário disponível no SIPNL. No caso dos agrupamentos, a submissão deverá ser feita pela escola-sede.

 

Para o efeito, aconselha-se a leitura prévia das orientações do projeto.

 

Para mais questões ou informações, contactar:

PNL2027 - rita.zurrapa@pnl2027.gov.pt  ou RBE - helena.araujo@rbe.mec.pt

 

Saber mais:

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Olga Antunes, diretora do Agrupamento de Escolas de Constância, fala sobre o Constancioneiro e lê a carta que o secretário de estado da educação, João Costa, lhe endereçou a este propósito (3´:50´´).

 

No texto que se segue, Ana Paula Ferreira, coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, apresenta o livro e aponta as bondades do projeto que lhe deu origem, destacando ainda o excelente desempenho destes (mesmos) alunos nas Olimpíadas da Cultura Clássica, um projeto da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa:

 

Boa noite!

Começo por cumprimentar todos os presentes e elogiar-vos o vosso bom gosto por estarem presentes neste evento que alia a leitura à aprendizagem e que decorre num espaço tão propício à poesia.

 

Agradeço à Sra. Diretora, Dr.ª Olga Antunes, o convite para fazer a apresentação deste Constancioneiro, livro que de forma exemplar brinca com as suas origens – O Cancioneiro e Constância.

 

 

Agradeço, também, aos grandes obreiros do projeto, a professora Susana Neves, os seus magníficos poetas trovadores, os alunos das duas turmas de 10º ano do Agrupamento e, claro, ao professor bibliotecário, António Marques e à sua capacidade de incentivar a mudança, de levar os seus parceiros a tirarem partido das inúmeras possibilidades da biblioteca e de aceitarem ser e fazerem diferente na escola.

 

Tive o prazer de acompanhar a forma inovadora e colaborativa como o projeto se foi desenvolvendo e este lançamento, hoje, mostra que, tal como disse Fernando Pessoa, “o homem sonha, a obra nasce”.

 

Estou certa que o ambiente educativo inovador que se vive neste agrupamento impulsiona este tipo de projetos e gostaria que em todas as escolas do nosso país os alunos tivessem a oportunidade de experienciar a aprendizagem desta forma: enquanto ponte para uma intervenção ativa na sociedade, colocando-os perante desafios que desenvolvem a sua perseverança, o pensamento crítico e reflexivo, a autonomia.

 

 

Um verdadeiro exemplo de um projeto que desenvolve as competências definidas para os alunos à saída da escolaridade obrigatória.

 

Este projeto, decorrente de um domínio de articulação curricular, no âmbito do projeto de autonomia e flexibilidade curricular, envolveu as disciplinas de Português, Francês e Espanhol, em “estreita colaboração com a biblioteca escolar”, como é referido no posfácio.

 

 

biblioteca escolar assume neste agrupamento um papel de destaque, enquanto centro de inovação pedagógica, capaz de fomentar e difundir projetos verdadeiramente estruturantes, em parceria com as várias estruturas educativas, em prol das aprendizagens dos nossos alunos, para assim contribuir para a criação de cidadãos ativos, autónomos e responsáveis.

 

 

 

Não poderia deixar de referir o excelente desempenho destes mesmos alunos nas Olimpíadas da Cultura Clássica, um projeto da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O júri  atribuiu a estes nossos alunos 4 prémios, no escalão C (10, 11º e 12º anos).

 

Os prémios vão ser entregues na próxima sexta-feira.

 

 Artes/multimédia:

 1º lugar  -   Beatriz Cabeças, Inês Pedro, Laura Gonçalves

Trabalho: A Teia de Penélope, Rainha de Ítaca

 

Menção Honrosa -   Afonso Martins, João Lisboa, Ricardo Mascate, Rodrigo Sousa, Tomás Santos e Tomás Pedro

Trabalho: Os mitos do Minotauro e de Penélope 

 

 Provas escritas:

 1º lugar  - Clarisse Malheiro Junqueira

2º lugar -  Ana de Moura Lopes Velho

 

 A palavra de ordem é, sem dúvida, “ORGULHO”.

Obrigada!

***

 

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Miúdos a Votos 2017/ 18

 

Sinta o ambiente. Siga a entrevista com a coordenadora nacional da Rede de Bibliotecas Escolares. Conheça a razão de ser desta iniciativa. 

 
Com a Visão Júnior! Claro. O nosso obrigado.

 

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Margarida, Eduardo e Eduarda, os três apresentadores, vindos de Escariz,

Arouca,com as capas dos livros vencedores

 

(Notícia publicada originalmente na Visão Júnior.)

 

«O Tubarão na Banheira», «Harry Potter e a Pedra Filosofal» e «A Culpa é das Estrelas» foram os grandes vencedores eleitorais de «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?»

 

Já são conhecidos os vencedores da iniciativa «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?». A terceira parte da grande festa na Feira do Livro de Lisboa terminou às 7 da tarde.

 

Os alunos do 1.º ciclo elegeram o «O Tubarão na Banheira», de David Machado, como o livro mais fixe, com 7,9% dos votos; em segundo lugar ficou «O Bando das Cavernas - Na maior há 10 mil anos», de Nuno Caravela (7,8% dos votos); e «O Principezinho» de Antoine de Saint-Exupéry, foi o terceiro candidato eleito (7,8% dos votos), acabando assim destronado do 1º lugar conseguido na votação de 2017.

No 2.º ciclo, dois autores britânicos que já o ano passado tinham alcançado o pódio voltaram a ganhar: «Harry Potter e a Pedra Filosofal», de J. K. Rowling, é o vencedor, com 13,8% dos votos; e «Avozinha Gângster», do autor e também comediante David Walliams é o outro, tendo alcançado o segundo lugar com 11,1% dos votos. «A Fada Oriana», de Sophia de Mello Breyner Andresen, ficou em 3.º lugar, com 5,8% dos votos dos meninos do 5º e 6º ano.

 

No 3º ciclo, foram as obras inspiradas em histórias reais que conseguiram mais votos. A «Culpa é das Estrelas», de John Green, ficou em primeiro lugar, com 10,9% dos votos. Em segundo e terceiro lugares, ficaram colocados os candidatos «Avozinha Gângster», de David Walliams - com 9,4 % dos votos - e «O Rapaz do Pijama às Riscas» de John Boyne, com 9,2% dos votos.

 

Eis as percentagens de votos de todos os livros que se apresentaram a estas eleições, por ciclo

 

1.º CICLO

3.º CICLO

 

 

2.º CICLO

 

Este ano votaram 59 663 alunos; destes, 4943 votos foram nulos e 244 foram em branco.

Em comparação com o ano passado votaram mais miúdos e miúdas, principalmente no 1º ciclo. No segundo e terceiro ciclo o número de votos foi menor, como podes ver no gráfico em baixo:

A festa contou com a participação de 19 escolas de todo o país e perto de 500 alunos. Assistiram a secretária de Estado adjunta da Educação, Alexandra Leitão; Isabel Alçada, escritora e ex-ministra da Educação, e Maria Emília Brederode dos Santos, membro do Conselho Nacional de Educação.

 

Referência: «Miúdos a Votos»: já são conhecidos os vencedores!. (2018). Jornal visao. Retrieved 1 June 2018, from http://visao.sapo.pt/visaojunior/2018-05-30-Miudos-a-Votos-ja-sao-conhecidos-os-vencedores

 
 
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 Ler na fonte: DN |

 

Quase 60 mil alunos e cerca de 600 escolas participaram nesta campanha

 

O Tubarão na BanheiraHarry Potter e a Pedra Filosofal e Culpa é das Estrelas foram os vencedores a segunda edição da iniciativa "Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?", que foram hoje divulgados na feira do Livro de Lisboa.

 

O objetivo desta iniciativa é eleger os livros preferidos dos alunos do ensino básico.

 

Os alunos do 1.º ciclo do ensino básico elegeram o O Tubarão na Banheira, de David Machado, como o livro mais fixe, com 7,9% dos votos; em segundo lugar ficou O Bando das Cavernas - Na maior há 10 mil anos, de Nuno Caravela (7,8% dos votos). O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry, foi o terceiro candidato eleito (7,8% dos votos).

 

Já no 2.º ciclo, dois autores britânicos que já o ano passado tinham alcançado o pódio voltaram a ganhar: Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rowling, é o vencedor, com 13,8% dos votos; e Avozinha Gângster, do autor e também comediante David Walliams é o outro, tendo alcançado o segundo lugar com 11,1% dos votos.

 

A Fada Oriana, de Sophia de Mello Breyner Andresen, ficou em 3.º lugar, com 5,8% dos votos das crianças do 5.º e 6.º ano.

 

No 3.º ciclo do ensino básico, foram as obras inspiradas em histórias reais que conseguiram mais votos. A Culpa é das Estrelas, de John Green, ficou em primeiro lugar, com 10,9% dos votos. Em segundo e terceiro lugares, ficaram colocados os candidatos Avozinha Gângster, de David Walliams, com 9,4 % dos votos, e O Rapaz do Pijama às Riscas, de John Boyne, com 9,2% dos votos.

 

Esta é uma iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares e da Visão Júnior, em parceria com a Pordata, a Comissão Nacional de Eleições (CNE), a Rádio Miúdos, o Plano Nacional de Leitura e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.

 

A cerimónia de revelação dos "livros mais fixes" decorreu hoje e contou com a presença da secretária de estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.

 

A campanha, na qual participaram quase 60 mil alunos e cerca de 600 escolas, favorece o gosto pela leitura e uma cultura de cidadania e participação ativa, através da sensibilização para a importância do voto, desde as idades mais precoces.

 

Livros - Quais são os livros favoritos dos miúdos? Alunos do ensino básico elegeram os preferidos

Referência: Livros - Quais são os livros favoritos dos miúdos? Alunos do ensino básico elegeram os preferidos. (2018). DN. Retrieved 31 May 2018, from https://www.dn.pt/artes/interior/alunos-do-ensino-basico-elegem-livros-favoritos-9395959.html

 

 

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Hoje, quarta feira, dia 30, a partir das 4 da tarde, começa a festa final desta iniciativa. Vindos de vários pontos do país, alunos de cerca de 20 escolas vêm mostrar o que fizeram para que o seu livro favorito chegasse a vencedor. O projeto cruzou cidadania e leitura e pôs os estudantes a usar as mesmas ferramentas das campanhas eleitorais a sério.

 

Por isso, vai ser um ambiente de campanha eleitoral que se vai viver no dia 30, na Feira do Livro de Lisboa: grupos de crianças e jovens vão andar pelos stands a manifestar-se pelos seus livros preferidos, munidos de cartazes e propaganda eleitoral.

 

Nos palcos da Praça Verde e Amarela, apresentar-se-ão pequenas peças de teatro, dramatizações, músicas e até a um telejornal pré-histórico, inspirados nos livros. Na Praça da Fundação Francisco Manuel dos Santos, a Rádio Renascença vai transmitir em direto, a partir das 4 da tarde, uma mesa redonda com estudantes que participaram na iniciativa.

 

Às 18h15, as atenções vão-se concentrar nesta mesma praça, com uma cerimónia apresentada por alunos vindos da Escola Secundária de Escariz, concelho de Arouca, e com a participação de estudantes de várias outras escolas.

 

Vão estar presentes muitos alunos e professores de várias zonas do país, bem como repesentantes dos parceiros desta iniciativa da RBE e da Visão Júnior: a Pordata, a Comissão Nacional de Eleições, a Rádio Miúdos, a APEL e o PNL 2027.

A festa está aberta ao público em geral.

 

Ouça a Rádio Renascença, entre as 16h00 e as 17h00 e siga em direto através das páginas do Facebook da RBE e da Visão Júnior.

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Põe a tua terra nos píncaros - Um herói da tua terra é organizado pela Rádio Miúdos e tem a colaboração da Rede de Bibliotecas Escolares e o apoio de Portugal Inovação Social, no âmbito do Portugal 2020, e da Fundação Calouste Gulbenkian.

 

Todos os alunos do 2.º ao 9.º ano das escolas públicas e municípios de Portugal poderão participar, criando um spot de rádio sobre um herói da sua terra. Pode ser um herói da História, um herói vivo, um ecologista, lutador, inovador, humanista, alguém que pelos seus feitos ou atitude foi ou é exemplar. A duração do spot deverá ser no máximo cinco minutos.

 

Em junho de 2019, realiza-se na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o evento final desta iniciativa.

 

As candidaturas dos municípios têm de ser feitas até ao dia 31 de maio e as escolas podem concorrer até ao dia 2 de novembro.

 

A divulgação dos resultados será publicada a 30 de novembro.

 

O regulamento pode ser consultado aqui>>.

 

Veja também: Vencedores 2017

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