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António José Osório, do Instituto de Educação da Universidade do Minho, defende que não há uma idade padronizada para as crianças começarem a usar telemóveis, tablets, consolas, etc. Diz o investigador que «Na prática, o que os pais devem questionar primeiro é: o que queremos para o nosso filho e que atenção estamos dispostos a dar, entre videojogos, brincadeiras, escola, parque infantil, judo, quinta e passeios?»


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