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noticiasaominuto | por Daniela Costa Teixeira

 

“A epidemia do tabaco é uma das maiores ameaças à saúde pública que o mundo já enfrentou”. As palavras são da Organização Mundial da Saúde (OMS) que, este ano, celebra o Dia Mundial sem Tabaco com (mais) um alerta sobre os perigos deste vício, cada vez mais sem idade, género ou classe social.

 

De acordo com a OMS, os dados acerca do tabagismo têm tanto de claros como de alarmantes. Eis alguns:

- O tabaco mata metade dos fumadores;

- Ao todo, são cerca de seis milhões as pessoas que morrem anualmente à conta deste vício, sendo que cinco milhões de óbitos resultam do uso direto de tabaco;

- Perto de 80% dos mais de mil milhões de fumadores em todo o mundo vivem em países com economias fracas.

- E sim, são mais de mil milhões as pessoas que fumam.

 

O tabaco é a causa número um de cancro a nível mundial, tendo ainda uma implicação no aparecimento da doença de forma indireta, devido ao fumo passivo. Quando ao fumo passivo, este é capaz de causar doenças cardiovasculares e respiratórias graves em adultos e provoca, todos os anos, mais de 600 mil mortes prematuras. Em 2004, dessas mortes prematuras, 28% correspondiam a crianças.

 

Mas o cancro está longe de ser a principal consequência do tabaco. Existem outras e que vão desde a insuficiência renal às doenças infetocontagiosas. No caso das mulheres, fumar desde cedo pode ter como consequência o aparecimento precoce da menopausa e fumar durante a gravidez tem um impacto direto no ADN do bebé.

Sabe o que acontece ao corpo quando deixa de fumar? (...)

 

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