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Blogue RBE

Sex | 28.05.21

Artes e cultura com a biblioteca escolar IV

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Semana Internacional de Educação Artística

 

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(En)Cont@-me

Agrupamento de Escolas da Sé, Guarda: Biblioteca Escolar Carvalho Rodrigues

Fonte da imagem: https://cutt.ly/LnoisSu

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Articulando escola, meio e património local, o projeto (En)Cont@-me traz personalidades do meio para falar dos mais diversos temas. À medida que a conversa decorre, um ilustrador vai acompanhando o que se diz plasmando-o a carvão sobre papel de cenário.

No dia 9 de maio de 2018, decorreu O dia da Europa - O contrabando de outros dias que lembrou “o Portugal sem fronteiras” dos anos 60 do século passado, quando o contrabando era o dia a dia. Convidámos Amílcar Silva e José Manuel Campos que vivenciaram esta atividade nos anos 60 em Raia (Guarda), linha que divide os territórios da República Portuguesa e do Reino de Espanha.

Pudemos ouvir histórias dos carabineiros, dos contrabandistas, da troca de castanhas por azeitonas, dos carregos ou cargas de tabaco e café, do contrabando de azeite, que se fazia em larga escala em odres, e dos passadores. Um dos maiores passadores de Raia foi António Salsa. Ficámos, ainda, a saber que existiam grupos organizados que faziam o contrabando de açúcar, cereais, tabaco e café por azeite, guloseimas, tecidos e sapatos. Tudo vinha de Espanha. O leite era vendido às espanholas, mas era misturado com água.

No decurso da sessão, ficou expresso na tela, de forma muito realista, as vivências relatadas pelos convidados.

Professora bibliotecária Carla Tavares

 

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LeiArte: Leituras que marcam

Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo

Fonte da imagem: https://bityli.com/StUub

 

 

 

LeiArte é um projeto da biblioteca ligado à comunidade local: escola de dança e profissional, academia de música, associações culturais e grupos de teatro, poesia e música/ coro.

Dele faz parte Leituras de (En)canto, encontro de leitura trimestral temático, em que se associa a leitura de diferentes géneros literários à música, canto, dança e representação teatral, envolvendo crianças e alunos, do pré-escolar ao ensino secundário, docentes, assistentes técnicos e operacionais, famílias e parceiros. Com a pandemia Leituras de (En)canto transformou-se no mural digital Leituras que Marcam.

Professora bibliotecária Ana Lídia Lopes

 

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Abordagem à Arte com livro

Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Gualdim Pais, Pombal: 4.º ano do Ensino Básico

Fonte da Imagem: https://cutt.ly/vnoooPS

 

 

 

 

Passo 1: Hora do Conto

Hora do Conto com o livro O urso que viu o homem que viu a arte de Riff, editora Pastel, que aborda a forma como cada um vê a arte de forma humorada, tornando simples um tema complexo.

No final da leitura, numa conversa animada e muito interativa com os alunos, a professora bibliotecária fez uma breve abordagem a cada obra de arte referida no livro, explicando-a nos seus aspetos formais e técnicos, e contextualizando-a na época, movimento artístico e autor. 

No final, houve tempo para verem um excerto do filme Os homens preferem as loiras, dando a conhecer a atriz Marilyn Monroe, tema da última obra apresentada no livro Marilyn de Andy Warhol (1962).

 

Passo 2:  Reprodução das obras de arte

Nas Horas do Conto seguintes, ao longo do segundo período, os alunos meteram mãos à obra e reproduziram, em grupo, as várias obras de arte mostradas no livro, em cartolina de cor. Nem queriam acreditar no quão bonitas ficaram as suas reproduções!

Professora bibliotecária Isabel M. Vaz Belchior

 

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O nosso azul

Agrupamento de Escolas João de Deus, Faro - Conceção: 11.º 17 do Curso Profissional Técnico de Comunicação e 11.º H do curso de Artes Visuais; Colaboração: 11.º 16, 10.º 19 e todas as turmas dos 5.º, 6.º e 9.º anos da Escola Básica Santo António deste Agrupamento de Escolas.

 

No ano letivo 2016/ 2017, no âmbito do projeto Os caminhos do azul na Europa, Programa Erasmus+, docentes e alunos de vários níveis de ensino trabalharam em conjunto com a biblioteca escolar com o propósito de aprofundar o conhecimento do património cultural e natural da região/ país, a partir da cor AZUL, numa perspetiva de partilha de saberes e cooperação intercultural entre países da Europa.

Criamos a exposição/ percurso O nosso Azul para mostrar trabalhos multidisciplinares realizados em áreas artísticas pelas turmas organizadoras e toda a comunidade escolar:

- Pontos Lúcidos, instalação multimédia interativa, criada a partir da tecnologia Kinect, que utiliza como imagem projetada, o poema O céu azul de luz quieta, de Fernando Pessoa, estudado na disciplina de Língua Portuguesa, em parceria com a biblioteca;

- Escultura Disco de Newton, resultante de experiências de Físico-Química com vários pigmentos e reagentes;

- Animação em Stop Motion com ilustrações realizadas pelos alunos em Multimédia.

- Azulejos pintados por alunos do 3.º ciclo;

- Ilustrações científicas de animais da Ria Formosa por alunos do 2.º e 3.º ciclos;

- Escultura Manequim;

- Instalação luminosa de pássaros de papel com técnica origami, realizada numa oficina que alunos do secundário proporcionaram aos alunos do 2.º ciclo;

- Micro contos concebidos em oficinas de escrita criativa com o escritor Fernando Guerreiro;

- Poemas visuais pintados nos vidros da escola, articulação de Português e Desenho.

Com a exposição montada, surgiu a vontade de a mostrar de forma criativa.  Alunos, em articulação com atores do grupo de teatro Acta, a biblioteca escolar e docentes traçaram um percurso criativo para os visitantes. Os objetos ganharam vida, cada um com uma história, contada por personagens que nasceram da necessidade de dar voz a cada recanto deste espaço.

400 pessoas vivenciaram o trajeto da exposição com início na sala azul, onde ouviram as histórias das várias obras, visitaram os corredores da escola com os vidros decorados com poemas visuais e acabaram numa oficina onde eram convidados a explorar física e musicalmente o poema de Fernando Pessoa.

Professora bibliotecária Inês Rosa

 

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Fotografar a Matemática

Agrupamento de Escolas n.º 3 e Elvas

Fonte da imagem: Dean Marston por Pixabay 

 

 

 

 

Este ano letivo decorre a segunda edição do concurso Fotografar a Matemática, promovido pelos docentes de Matemática e Educação Visual, em colaboração com as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas. As fotografias podem ser entregues até final de dezembro de 2021 e os resultados serão conhecidos a 14 de março de 2022, Dia Internacional da Matemática.

Pretende-se, através da fotografia, sensibilizar a população do concelho de Elvas para observar o meio envolvente e associar os conceitos matemáticos aplicáveis a cada situação, incentivando competências técnicas e criatividade na fotografia digital e explorar um tema: no ano letivo 2019/ 2020, A Matemática está em toda a parte e em 2021/ 2021, Matemática e património material e cultural.

A participação, aberta a toda a comunidade do concelho, pode ser feita levando a concurso uma ou mais fotografias, em formato digital, com uma legenda que faça referência a um conceito matemático óbvio ou implícito na fotografia e a indicação do elemento fotografado, bem como local ou proveniência.

O concurso organiza-se em quatro categorias - alunos do 1.º ciclo do Ensino Básico, do 2.º e 3.º Ciclos, Ensino Secundário e Adultos – e em todas há prémios para os três melhores classificados, num trabalho de seleção de um júri de cinco elementos, dois deles Rui Coelho e Nuno Veiga, fotógrafos profissionais. No ano passado, o concurso foi desenvolvido em parceria com o Museu Municipal de Fotografia João Carpinteiro, no qual foram expostas as fotografias premiadas.

Professora bibliotecária Maria Isabel Azinhais

Fonte da imagem: https://bityli.com/bzfba

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