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 Foto de Rui Duarte Silva. EXPRESSO

 

Artigo de Isabel Leiria e Rui Duarte Silva. 

 

Com a ‘gamificação’ do ensino, os alunos tornam-se jogadores, as aulas desafios, há pontos e medalhas. Motivar é o grande objetivo. Em Portugal já se experimenta

  

Ninguém gosta de perder, nem a feijões. Carlos Cunha, professor de Física e Química, sabe-o bem, e sabe ainda melhor que a lógica se pode aplicar aos alunos que tem à sua frente. No último período, com os estudantes do 8º C da secundária Dom Manuel Martins, em Setúbal, começou a recorrer de forma intensiva a estratégias de ensino que passam por jogos e competições. Às vezes individuais, com todos os alunos a tentar terminar a prova em 1º lugar e a ver o seu nome no pódio. Outras em que o esforço que se pede é conjunto. Se os elementos de uma equipa não fazem bem o trabalho, retiram pontos ao coletivo da turma. Ganhe quem ganhar, o professor já é um vencedor.

A estratégia tem um nome: “gamification” (‘gamificação’). Começou a ser aplicada ao mundo das empresas como forma de motivar e envolver os trabalhadores, passou para as técnicas de marketing, com os programas de fidelização (provavelmente, nunca lhe deu um nome, mas pense nas vezes em que tentou ganhar mais carimbos no cartão de hambúrgueres ou mais milhas numa companhia aérea para atingir o estatuto de cliente gold), e tem conquistado adeptos no mundo do ensino. (...)

 

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