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Quels que soient les projets (numérisation ou dématérialisation native) des concepts clés doivent être maîtrisés pour bien dématérialiser. (Illustration Freepik/studiogstock)

La dématérialisation des documents regorge de concepts ! Parce qu'il est toujours utile de revenir aux fondamentaux, voici LE glossaire de la dématérialisation contenant une sélection arbitraire de 10 mots-clés de la dématérialisation avec leurs définitions. Celles-ci privilégient non l’aspect technique, mais les préoccupations pratiques de l’utilisateur cherchant à appuyer son projet de dématérialisation zéro papier sur un vocabulaire clair. Qu'est-ce que l'archivage électronique ? En quoi consiste le cloud ? Que contient un référentiel documentaire ? Et que veut dire l'acronyme Ged ? Voici les réponses :

Le glossaire de la dématérialisation:

1. Archivage électronique
2. Cloud
3. Conception centrée sur l'utilisateur (user centered design)
4. Droit d’accès
5. Ged, Gec, ECM, RM, RSE
6. Interopérabilité, CMIS, service web, API
7. Référentiel documentaire
8. Saas, on premise
9. Sécurité
10. Versioning

[...]

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Neste mês de outubro, Afonso Reis Cabral recebeu o Prémio Literário José Saramago. A Blimunda #89 recupera as palavras do escritor aquando da entrega do galardão e também o discurso da Senhora Ministra da Cultura, Graça Fonseca, na cerimónia. São destaques também nesta edição: uma conversa sobre revistas literárias e uma exposição de ilustração que tiveram lugar no FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos), o Prémio Eduardo Lourenço e um artigo de Fernando Assis Pacheco sobre José Saramago.

 

 

Referência: Blimunda #89, o. (2019). Blimunda #89, outubro de 2019 - | José Saramago| José Saramago. Retrieved 14 November 2019, from https://www.josesaramago.org/blimunda-89-outubro-de-2019/

O Estado da Literacia para os Media, na Educação, nos EUA | snapshot 2019

Os Media, campo de estudo interdisciplinar

13.11.19

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Download | 2019 |

Introdução

Com décadas de bolsas no campo da alfabetização mediática, numerosos pesquisadores,  educadores e advogados têm apelado à ampla implementação da alfabetização mediática na educação (Considine, 1990; Thoman & Jolls, 2004;Hobbs, 2010; De Abreu, 2018).

Desde 2015, a Associação Nacional de Educação para a Alfabetização  em Media (NAMLE) cresceu, de cerca de 300 membros para mais de 5.000,  mostrando uma expansão notável do interesse e procura da educação para os media.

Paralelamente com as preocupações crescentes sobre desinformação, os media e a alfabetização passaram para a vanguarda da atenção nacional.

Definida como a “capacidade de aceder, analisar, avaliar, criar, e agir, usando  todas as formas de comunicação ”(NAMLE, 2014), a educação para os media é um campo interdisciplinar de estudo e maneira de ensinar, que chama a atenção para os aspectos  sociais, políticos, económicos e culturais dos media e prepara ativamente estudantes e cidadãos para a crítica e a participação criativa na era digital.

[...]

Referência:  Namle.net. (2019). Retrieved 13 November 2019, from https://namle.net/wp-content/uploads/2019/06/SOML_FINAL.pdf



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Download | 2019 |

Um recurso para a dinamização do pensamento crítico dos alunos. Para professores de todos os níveis de ensino, apresenta fundamentação teórica, planificação e estratégias de aprendizagem e avaliação.

 

Tim Kenyon

Professor e Investigador na Brock University (Canadá)

O ensino do pensamento crítico é uma espécie de enigma. Por um lado, é um dos elemen-tos mais exigidos no mundo educacional, com uma rara convergência entre políticos, comentadores, ativistas sociais, grandes organizações empresariais e os próprios educadores, que concordam que as competências de pensamento crítico são uma necessidade pedagógica urgente para a prosperidade económica, social e cultural. Por outro lado, nunca os educado- res foram tão explícitos ao afirmar que já promovem as competências de pensamento crítico nos seus programas e nas suas práticas. Desde o jardim de infância ao ensino superior, na formação académica ou vocacional, apenas precisamos de olhar para os currículos e para as descrições das disciplinas para verificar que todos estão a ensinar o pensamento crítico.

Como podemos precisar de forma tão “desesperada” de algo que todos já estão a fazer?

O problema é, em parte, a falta de clareza sobre o que se entende por ensino do pensa- mento crítico. Por que razão os professores não haveriam de considerar que o ensino inclui o pensamento crítico quando, no sentido mais amplo, as competências de raciocínio crítico são apenas competências de raciocínio, ponto final? Os aspetos interessantes e difíceis do pensamento crítico relacionam-se com o modo como competências e atividades de raciocínio que pareceriam bastante básicas de outra forma se interligam, como se ativam em rede nos momentos certos, como podem ser transformadas em atividades reflexivas e como podem ser relacionadas com as respostas sociais e emocionais apropriadas para serem eficientes quando ativadas. Por exemplo, a aritmética está entre o conjunto de competências de pensamento crítico, no sentido de que muitas vezes é preciso usar a aritmética elementar para pensar de modo crítico. Isso significa que apenas ensinar aritmética é ensinar o pensamento crítico? Se lhe atribuirmos esse significado, então como é que percebemos um défice mundial de pensamento crítico, quando competências como a numeracia são ensinadas de forma universal? [...]

 

Referência: Lidel, G. (2019). Educar para o Pensamento Crítico na Sala de Aula - Planificação, Estratégias e Avaliação. Issuu. Retrieved 12 November 2019, from https://issuu.com/lidel/docs/9789896930929_educar_para_o_pensame

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Orgs: José Carlos Morgado, Joana Sousa, Antonio Flávio Moreira, Arlindo Vieira

Download | 2018 |

Introdução

Como campo de fronteiras muito porosas, que se ampliam na confluência de distintas visões sobre o Homem, a Sociedade, a Educação e a Formação, o currículo vem, progressivamente, a consolidar-se como área de referência no domínio das Ciências da Educação, em todo o Mundo. Tal consolidação perspetiva-se por diversos desafios teóricos e metodológicos que procuraram interpelar as políticas e as práticas curriculares, com intuito de clarificar quer os propósitos que norteiam o fenómeno educativo, quer as transformações que, se quisermos melhorar a sua qualidade, é necessário introduzir nesse processo. Daí a importância de um amplo debate sobre as decisões curriculares, tanto no interior como no exterior das instituições educacionais, uma vez que delas depende, em grande parte, a forma como se idealizam e concretizam os propósitos educativos.

O último Colóquio sobre Questões Curriculares, realizado na Universidade de Cabo Verde (UNICV), procurou contribuir para esse debate. Os textos que integram este livro, e que serviram de base às Conferências e às Mesas Redondas realizadas no Colóquio, demonstram-no, uma vez que testemunham diferentes visões dos seus autores relativamente às temáticas centrais do Colóquio: o Currículo, a Formação, a Crioulidade e a Internacionalização. [...]

Referência: Universidade da Madeira (2019). Www3.uma.pt. Retrieved 11 November 2019, from http://www3.uma.pt/jesussousa/Publicacoes/113.EBook.pdf

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Escreveu poemas e sonetos singulares como a sua vida. Camilo Pessanha é considerado "o representante mais genuíno do simbolismo" em Portugal. Em Macau cumpriu um exílio voluntário de quase 30 anos por causa, dizem, de um desgosto de amor.

Por um amor não correspondido desterrou-se em Macau durante quase 30 anos. Ana de Castro Osório recusou o seu pedido de casamento, mas foi ela quem  cuidou de editar “Clepsidra”, o livro de poesia que o imortalizou.

Camilo não se preocupava em guardar o que escrevia em papel, antes tinha os poemas de cor e os ditava quando era preciso. Na sua “poesia de imagens” há uma melodia de palavras, um encontro entre estados de alma e musicalidade, um ritmo de sons perceptível na leitura. A sua obra  “é o fruto mais puro e sazonado do Simbolismo português”. Os poemas mais antigos que se conhecem são “Lúbrica” de 1885 e, “Caminho” de 1887. Depois da sua morte, foram publicados ensaios seus sobre a cultura oriental num volume intitulado “China”.

Camilo Pessanha (1867-1926), doutor formado na faculdade de Direito em Coimbra, foi professor, advogado e redator de jornais em Macau. A adaptação à pequena colónia portuguesa não foi fácil, com o tempo conseguiu  desenvolver uma paixão pela arte e literatura chinesas. Aprendeu a falar cantonense, traduziu poemas da dinastia Ming  e foi um colecionador de arte oriental que veio a doar ao estado português.

De Camilo diz-se que se deixou cair no vício do ópio, que a sua figura impressionava pela magreza, pelas barbas negras e um certo olhar febril, que tinha a saúde fraca e medo da morte. Por duas vezes voltou a Portugal para tratar-se. Mas o poeta que escreveu  “eu vi a luz em um país perdido, a minha alma é lânguida e inerme” morreu na sua Macau, que um dia chamou “o chão antipático do exílio”.

 

ReferênciaCamilo Pessanha, um poeta ao longe. (2019). Camilo Pessanha, um poeta ao longe. Retrieved 9 November 2019, from http://ensina.rtp.pt/artigo/camilo-pessanha-1867-1926/

 

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Competência mediática e digital - e-book

do acesso à autonomia

10.11.19

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Download | 2019 |

 

Obra coletiva de "la Red Alfamed" sobre competências mediáticas para a cidadania, fruto do IV Congresso Alfamed que aconteceu na República Dominicana.

Prólogo

La educomunicación como proyecto social en el mundo de las pantallas

La educomunicación se ha convertido en los últimos decenios, y especialmente en los últimos diez años, en una urgente necesidad. Vivimos más que nunca en la sociedad de las pantallas y de las máquinas inteligentes, de manera que la ciudadanía de cualquier parte del orbe, ya sean jóvenes o mayores, ricos o pobres, religiosos o ateos, las han abrazado con pasión y compulsión, pues estas han copado nuestro tiempo de trabajo y ocio, y han generado placer y entretenimiento supuestamente gratuito y universal. Frente a esta situación, escasas voces críticas, muchas de ellas teñidas con tonos catastrofistas y/o moralistas, se alzan de forma puntual (en muchos casos mediante reacciones instantáneas sobre el abuso del consumo, contenidos escabrosos…). Los investigadores de todo el mundo y las universidades no podemos ni debemos mantenernos impasibles ante esta realidad que se convierte, sin duda, en uno de los grandes retos de las sociedades contemporáneas. El consumo de medios es en la actualidad uno de los rasgos distintivos que definen la interacciones entre las personas. Frente a los medios de comunicación tradicionales, hoy los medios son multimedia, interactivos y especialmente omnipresentes y casi omniscientes. Los dispositivos móviles han hecho ya caduca la famosa frase de McLuhan de que los medios eran “extensiones de las personas” para convertirse en “órganos vitales” de nuestra propia existencia. Un día sin móvil/celular, por no decir ya una semana, puede ser un acto catártico que muchas personas son incapaces de soportar. Estar “comunicados/incomunicados” en un mundo de comunicación masiva y casi abusiva, presente en todos los contextos y espacios (incluso los más íntimos), debe ser objeto de estudio prioritario de los académicos. No obstante, complejos problemas nunca tienen fáciles soluciones. En primer lugar, porque “problematizar” lo que la gente corriente no ve como problema ya de por sí puede ser el primer hándicap importante al que nos enfrentemos. [...]

 

Referência: (2019). Bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com. Retrieved 9 November 2019, from https://bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com/ugd/438ae9_dd2298820a3043bb978e902da5ca0479.pdf

 

 

 

Biblioteca de Autores

Ler, ver e ouvir

09.11.19

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ILLUSTRATION BY CHELSEA O'BYRNE

Consulte aqui informação relevante sobre Autores portugueses e estrangeiros. Para tal, clique no nome do autor e a informação abrirá numa nova janela.

Uma vez que o Índice está em formato .pdf, é pesquisável. Para poupar tempo, pesquise pelo nome do autor que pretende encontrar: para tal clique com o rato no .pdf e prima CMD+F no Mac e CTRL+F no Windows.

Esta lista permanece em atualização permanente, no que respeita a estes Autores e a outros a incluir.

As Bibliotecas, ou qualquer leitor do blogue, podem fazer o download desta lista de autores e partilhá-la nas suas páginas, podendo, caso o desejem adequá-la aos seus públicos.

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Ler+Jovem

Candidatura 2020

08.11.19

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Reconhecendo que, num conjunto significativo de escolas, tem vindo a ser desenvolvida, com sucesso, uma cultura de leitura, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura 2027 lançaram em 2017 uma nova etapa do Programa aLer+.

De forma a prosseguir o alargamento da rede de escolas aLeR+ 2027, abre-se novamente a todos os Agrupamentos/ Escolas não agrupadas que ainda não integram esta rede a possibilidade de se candidatarem.

As candidaturas, feitas através do sistema de informação do Plano Nacional de Leitura 2027, decorrem até 31/12/2019.

 

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Valter Hugo Mãe

08.11.19

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A jornalista Paula Moura Pinheiro conversa com Valter Hugo Mãe, poeta e romancista, sobre literatura, o Prémio Saramago, "O Filho de Mil Homens", o seu 5º e último romance, e sobre um breve texto que escreveu no iPhone e que levou ao rubro a assistência de um importante festival literário no Brasil, sendo que a sua única certeza é que "O amor é a única maneira de nos sentirmos o dobro do que somos".

Referência: Valter Hugo Mãe. (2019). Arquivos.rtp.pt. Retrieved 8 November 2019, from https://arquivos.rtp.pt/conteudos/valter-hugo-mae-3/

 

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Crónicas

 


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