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Lucas Maxwell І 25 de janeiro 2021

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Fonte: How to Teach About Fake News in School Libraries (bookriot.com)

Na biblioteca escolar onde trabalho estou a tentar assegurar que os alunos entre os 11 e os 19 anos tomem consciência do flagelo que representam as fake news. Não me interpretem mal; os alunos estão conscientes da existência de notícias falsas, mas não compreendem necessariamente o quão perigosas podem ser, sobretudo no atual panorama mediático fragmentado.

Recentemente, numa entrevista que dei à Amy Hermon para o programa em podcast da School Librarians United ela perguntou-me porque é que decidi ajudar os alunos a lutar contra este problema. Parece-me que é das coisas mais importantes que qualquer pessoa ligada à educação deveria estar a fazer. A História soltou-se, a realidade já não é um objeto tangível que possamos invocar para nos mantermos focados, calmos e reagirmos com sensatez. Vimos isto no episódio do ataque ao Capitólio, vimos isto com o aumento das teorias da conspiração QAnon, e só irá piorar.

Também conhecemos o impacto das notícias falsas e da desinformação aqui no Reino Unido. Os teóricos da conspiração destruíram 77 torres de WiFi 5G por considerarem que as torres espalhavam a COVID-19.

E neste momento, as notícias falsas continuam a fazer caminho levando as pessoas do Sul da Ásia que residem no Reino Unido a rejeitar as vacinas contra a COVID-19. Trata-se de um problema sério – já não são apenas memes estúpidos, é uma ameaça real e perigosa à saúde púbica e à democracia no seu todo. Na minha opinião, trata-se de uma emergência política e social.

Portanto, como lutamos contra isto? Pode parecer incontrolável; pessoalmente, evito perseguir os trolls, pois são demasiados e não conseguimos mudar as suas cabeças. Não sei quem fez a afirmação, mas vem-me à ideia esta frase «a mente não é um boomerang, se a lanças para muito longe, pode não regressar».

A minha abordagem consistiu em levar o assunto para as aulas que os alunos têm na escola. Durante um mês ensinarei cerca de 700 alunos. Dentro de alguns meses, vou tentar trazer este assunto para a ribalta e dar-lhes ferramentas para lutarem contra as notícias falsas.

Tento envolver os alunos e abordar o assunto de forma lúdica. Eis como procedi antes do atual confinamento:

Organizei os alunos em seis grupos de cinco elementos. Cada grupo recebeu uma notícia diferente. Cada notícia tinha sido publicada; por outras palavras, não inventei nenhuma das notícias. Estas notícias foram criadas e divulgadas na Internet. O truque consistia no facto de apenas uma das notícias ser real. Os grupos tiveram de ler a notícia que lhes coube e decidir se se tratava da notícia verdadeira.

Não estou a tentar deprimir nem assustar ninguém, mas as notícias vão desde «Mulher encontra 90,000 abelhas no carro» e «Pinturas rupestres retratam humanos a combater os dinossauros».

Parece-me que esta é uma boa forma de fazer com que os alunos falem sobre o assunto sem os massacrarmos. Quando terminamos a tarefa, refletimos sobre as pistas que nos permitem identificar uma notícia falsa. Observamos o tipo de linguagem, o texto escrito com letras maiúsculas, pontos de exclamação, analisamos quando algo é demasiado bom para ser verdade. Atentamos nas reclamações sem fundamento, nos erros gramaticais e ortográficos, nas imagens sem referências, entre outras coisas.

Quando terminamos, mostro uma página web falsa aos alunos para a analisarem. Contém todas as caraterísticas de que falámos anteriormente. Plastifico as páginas web, peço-lhes para usarem marcadores e fazerem um círculo com bandeiras vermelhas em tornos das notícias falsas.

Isto resulta sempre numa boa discussão, sobretudo sobre os uniformes escolares que até certo ponto quase todos os alunos no Reino Unido têm de usar. Apercebi-me que depois de dar o primeiro passo nesta aula, os alunos são suficientemente perspicazes para identificarem os potenciais problemas relacionados com artigos falsos.

Quando terminamos esta atividade, fazemos um questionário sobre notícias falsas. O meu objetivo com este questionário é mostrar aos alunos o tipo de manchetes que circulam frequentemente na Internet. Estas manchetes e histórias foram tornadas públicas e algumas foram partilhadas por celebridades. Este último aspeto, muitas vezes, dá mais credibilidades às histórias do que outros. No questionário, os alunos têm de ler uma manchete e decidir se acham que é verdadeira ou falsa. Parece fácil, mas pode ser complicado. Já apliquei este questionário a cerca de 400 alunos e a pontuação média é de 64%, o que significa que ainda há trabalho a ser feito. 

O artigo «School libraries and their fight against fake news » foi originalmente publicado no sítio Bookriot. Texto traduzido livremente a partir do inglês, com autorização do autor.

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Encontro de Bibliotecas Escolares

 

Encontro online

 

LEITURAS PARA A LIBERDADE

 

17 – 23 de abril

 

Realiza-se entre os dias 17 e 23 de abril, no concelho de Viana do Castelo, a iniciativa cultural Contornos da Palavra. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, proporciona, durante uma semana, momentos culturais a todos os alunos, professores e educadores das escolas do concelho. Integra também o evento o ENCONTRO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES – LEITURAS PARA A LIBERDADE, organizado em colaboração com a Rede de Bibliotecas Escolares e o Centro de Formação Contínua de Viana do Castelo.

O Encontro decorre durante o dia 17 de abril e, em sessões de duas horas, durante a semana (19 – 23 de abril 2021) e foi acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, através do Centro de Formação Contínua de Viana do Castelo, na modalidade de Curso (15 horas), relevando para progressão na carreira docente.

A participação no Encontro é livre mas sujeita a inscrição prévia. Para efeitos de acreditação, os professores interessados em participar deverão formalizar a sua inscrição através do Centro de Formação Contínua de Viana do Castelo (http://www.cfcvc.edu.pt/ ) (até ao dia 14 de abril. A esolha do workshop em que pretendem participar faz-se através de formulário próprio.

Ver programa

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Meme é um conceito inicialmente cunhado, em 1976, pelo biólogo Richard Dawkins, no seu livro O Gene Egoísta e é para a memória o análogo do gene na genética. Enquanto os genes são replicadores biológicos, responsáveis pela transmissão das características herdadas geneticamente, os memes são definidos, por Dawkins, como pequenas unidades culturais de transmissão que se propagam de pessoa para pessoa. Exemplos de memes podem ser ideias ou partes de ideias, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra informação que possa ser transmitida como unidade autónoma, como p.ex. a ideia de Deus. [Cf. vídeo de Dawkins.  Oxford Union, Fevereiro de 2014]

Quando usado num contexto informal e não científico, o termo meme pode significar apenas a transmissão de informação de uma mente para outra. De acordo com Knobel e Lankshear, citados por Shifman (2013), a palavra meme é empregue por utilizadores da internet principalmente para descrever a rápida aceitação e disseminação de uma “ideia particular, apresentada como um texto escrito, imagem, 'movimento' de linguagem ou alguma outra unidade de 'material' ‘cultural”.

O conceito, desde que foi apropriado pelos internautas, afastou-se do propósito original de Dawkins. Este explica como um "meme da internet" é um sequestro da ideia original, já que, em vez de se replicar por autopropagação, é alterado deliberadamente pela criatividade humana [cf. vídeo, Just for Hits, Richard Dawkins]. Ou seja, por detrás da sua replicação está a participação das pessoas que se posicionam, não como vetores naturais de transmissão cultural, mas como agentes que alteram intencionalmente conteúdos. Este fenómeno é bem visível quando examinamos casos nos quais o significado inicial de um meme foi dramaticamente alterado no decurso da sua difusão.

Um meme pode ser uma imagem, uma ideia, informação ou comportamento que geralmente corresponde à sua reutilização ou alteração e que, gradativamente, se transforma num fenómeno de partilha na Internet. Se o meme da internet ganha vida própria no universo digital, caso os internautas assim o decidam, a sua plasticidade é concedida pelas alterações que estes introduzem e pela natureza aleatória e espontânea de todo este processo que, apesar de tudo, segue alguns critérios - para o sucesso de um meme é necessário um toque de ironia e de absurdo, algum humor ou sátira, crueza ou espírito transgressivo.

A apropriação dos memes pelos internautas torna-se bem visível numa simples pesquisa no google - museus, coleções, temas, vídeos, ferramentas , calendários , cartões, etc.

De acordo com Limor Shifman (2013), existem três atributos principais atribuídos aos memes que são de particular relevância para a análise da cultura digital contemporânea.

Os memes transformaram-se num fenómeno social partilhado (favorecido pela forma como a cultura é veiculada na Web 2.0, através de plataformas como o YouTube, Twitter, Facebook, Wikipedia ou outros), reproduziram-se por vários meios de imitação e remix (já que uma infinidade de aplicações amigáveis permitem que as pessoas baixem, reeditem e distribuam conteúdo com muita facilidade), e a sua difusão permite uma investigação sem precedentes (já é possível rastrear na internet a sua propagação e evolução, através das metainformações que se estão a tornar, cada vez mais, uma parte visível do próprio processo).

O surgimento da cultura digital aumentou exponencialmente a circulação de informação e alterou a produção do conhecimento. A convergência de medias permitiu a interferência direta do público na produção e partilha de dados à escala global, o aparecimento de novas linguagens, de novos suportes e de novas formas de relação com o conhecimento.

O ambiente digital instaurou uma relação com textos e códigos diferente das conhecidas e praticadas [Hastags (#), ganham expressão quando associados a assuntos ou discussões que se deseja indexar em redes sociais; emoticons, modificam a mensagem nas quais são incluídos e dão um sentido de proximidade ao emissor a ao recetor das mensagens; ícones, passaram a ser utilizados como forma de executar aplicações e/ou determinadas tarefas, etc.].

Ou seja, todas estas ações, subentendidas na leitura e na escrita em contexto digital, transformaram-se em modos de ler e interpretar, escrever, colaborar e difundir informação, incorporando, simultaneamente, um repertório de novas formas discursivas e de traços comportamentais próprios de relacionamento online.

É nesta vertente discursiva, social e cultural que antevemos potencialidades didáticas para uma exploração dos memes em contexto educativo. Particularmente em três dimensões: a primeira diz respeito principalmente ao conteúdo dos memes (tanto às ideias quanto às ideologias por ele veiculadas); a segunda relaciona-se com a forma (a dimensão física da mensagem - aspetos visuais/auditivos específicos) e, finalmente, a dimensão comunicativa (o tom, o estilo, as maneiras pelas quais o sujeito se posiciona em relação ao texto e toma decisões).

A exploração didática dos memes pode ajudar o aluno na compreensão da cultura digital, da dimensão participativa e ativa dos sujeitos nas redes sociais e no processo de construção de conhecimento, capacitando-o na apropriação de uma diversidade dos géneros e medias digitais e no desenvolvimento de posturas éticas e de competências críticas face à informação que consome, aos conteúdos que cria, remixa ou replica na internet.

A integração das multiliteracias e de práticas da cultura digital no ensino, contribui para uma participação mais efetiva e crítica por parte dos alunos e amplia de forma significativa a produção de novos conhecimentos, muito associados à criatividade e inovação. Os memes, enquanto artefatos da cultura digital, funcionam como micronarrativas colaborativas, marcadas pela inovação no formato, com alto poder de síntese e pelo exercício da transposição da comicidade.

Assim, a escola pode desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento de uma cultura digital, mediando a relação do aluno no processo de compreensão da realidade e da construção do conhecimento. Por que não começar pelos memes?

 

Destaques

Veja as propostas pedagógicas disponíveis em Aprender com a biblioteca escolar- atividades e recursos: #EntenderMemeASério; #MemesNossosDeCadaDia.

Explore as ferramentas para elaboração de memes que encontra na biblioteca escolar digital.

 

Referência

Shifman, L. (2013). Memes in a Digital World: Reconciling with a Conceptual Troublemaker. Journal of Computer-Mediated Communication, Volume 18, Issue 3, 1 April 2013, Pages 362–377, https://doi.org/10.1111/jcc4.12013

 

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Photo by Med Badr Chemmaoui on Unsplash

A tecnologia é uma aliada a ter em conta na procura de novas soluções para uma aprendizagem mais personalizada e centrada no aluno. A análise dos dados de aprendizagem - learning analytics – pode contribuir de forma significativa para este desígnio, pois permite a monitorização da evolução das aprendizagens dos alunos e, consequentemente, a implementação de métodos de ensino inovadores (Comissão Europeia, 2013).

Mas o que é, afinal o learning analytics?

É a medição, recolha, análise e relatório de dados sobre os aprendentes e os seus contextos, com a finalidade de compreender e otimizar a aprendizagem e os ambientes em que esta ocorre (Lucas & Moreira, 2018). Isto é, os dados escolares constituem-se como evidências e devem ser utilizados para melhorar o ensino e a aprendizagem.

A utilização mais comum que se faz destes dados é a previsão do sucesso escolar do aluno, nomeadamente a identificação de alunos que estão em risco de reprovar. Contudo, os dados que as ferramentas de learning analytics facultam permitem recolher outras evidências com ganhos significativos para apoiar o ensino e a aprendizagem.

Para os alunos:

- obter feedback preciso, em tempo real e personalizado sobre as suas aprendizagens;

- refletir sobre o seu processo de aprendizagem – os sucessos e as dificuldades;

- desenvolver o pensamento crítico, a capacidade de comunicação e a criatividade.

Para os professores:

- promover processos de metacognição nos alunos, fomentando a autoavaliação e a autorreflexão;

- definir estratégias de acordo com as dificuldades encontradas, personalizando as respostas e adequando-as às necessidades específicas dos alunos;

- responder em tempo real às solicitações dos alunos;

- otimizar o tempo.

De realçar que, para além dos benefícios para os educadores e estudantes, também as instituições educativas podem tirar partido dos dados de que dispõem, uma vez que o processo de aprendizagem é visível. Desta forma, para além de possibilitar medir o impacto das mudanças em contexto de sala de aula, é possível fazê-lo em toda a escola, promovendo a inovação e o sucesso escolar, com base em evidências empíricas.

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De facto, as ferramentas digitais disponibilizam uma extensa quantidade de informações (dados) sobre cada estudante, turma, escola, gerando, normalmente, gráficos que podem ser facilmente utilizados, de acordo com os objetivos de análise – dificuldades de aprendizagem, taxa de realização das tarefas, grau consecução das metas definidas, entre outras.

Nos dados estatísticos de utilização das plataformas de LMS utilizadas pelas escolas (Teams, Google Classroom, Moodle, Edmodo, ...), ou nos dados de acesso e nas respostas/ interações dos alunos noutras plataformas utilizadas (Padlet, Wakelet, Kahoot, Socrative, Quizziz...) podemos encontrar informação como:

            - acessos à plataforma;

            - tempo gasto em cada tarefa;

            - interação dos alunos nas atividades colaborativas propostas;

            - conteúdos em que os alunos revelam maior facilidade/dificuldade;

            - recursos educativos com os quais interagem mais, ou menos;

            - participação nos fóruns.

As ferramentas de learning analytics geram e organizam estes dados que permitem fazer a análise do comportamento dos alunos e que apoiam a tomada de decisões, por parte dos educadores, de maneira individualizada, com vista à obtenção de um melhor desempenho.

Terminamos com uma citação do Centro Comum de Investigação da União Europeia, na sequência do relatório “Research Evidence on the Use of Learning Analytics - Implications for Education Policy”, a este propósito.

Learning analytics could be used to tackle big problems and European priority areas for education and training such as open and innovative education and training; learning outcomes that focus on employability, innovation, active citizenship and well-being; and recognition of skills and qualifications to facilitate learning and labour mobility” (Ferguson et al, 2016, p. 45).

 

Nota: para saber mais sobre esta temática, recomenda-se a consulta de: http://edutechwiki.unige.ch/en/Learning_analytics

 

 Referências 

- Comissão Europeia (2013). Opening up Education: Innovative teaching and learning for all through new Technologies and Open Educational Resources. Consultado em http://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/?uri=CELEX%3A52013DC0654

- Ferguson, R., Brasher, A., Clow, D., Cooper, A., Hillaire, G., Mittelmeier, J., Rienties, B., Ullmann, T., Vuorikari, R. (2016). Research Evidence on the Use of Learning Analytics - Implications for Education Policy. R. Vuorikari, J. Castaño Muñoz (Eds.). Joint Research Centre Science for Policy Report; EUR 28294 EN; doi:10.2791/955210.

- Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: quadro europeu de competência digital para educadores. Aveiro: UA.

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Divulgam-se os resultados do Concurso Nacional de Leitura em Voz Alta, uma iniciativa da Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes (Município da Sertã) com o apoio da Rede de Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura 2027. Foram enviados 71 trabalhos, provenientes de bibliotecas escolares de todo o país. 

Na categoria "Leitura Individual", o júri apurou três bibliotecas vencedoras: 

1.º prémio - Biblioteca escolar de Paços de Brandão, Agrupamento de Escolas de Paços de Brandão; 
2.º prémio - Biblioteca escolar Dr. Hipólito de Carvalho, Escola Básica e Secundária Dr. Serafim Leite, São João da Madeira; 
3.º prémio - Biblioteca escolar da Escola Secundária José Afonso, Agrupamento de Escolas José Afonso, Loures. 
 
Na categoria “Leitura coletiva”, o júri considerou que os trabalhos recebidos não apresentaram qualidade e foi decidido atribuir apenas o 3.º prémio à Biblioteca escolar da Escola Secundária Damião de Goes, Alenquer. 
 
O júri deliberou, ainda, dividir o valor do prémio destinado aos 1.º e 2.º lugares da categoria “Leitura Coletiva” pelas bibliotecas que apresentaram uma prestação de qualidade relevante na categoria "Leitura Individual". Deste modo, as doze bibliotecas a seguir listadas, receberam um prémio que não estava previsto inicialmente: 
 
- Biblioteca escolar da Escola Básica e Secundária Rainha Santa Isabel, Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel, Leiria; 
- Biblioteca escolar Prof. Armando de Lucena, Escola Básica e Secundária Prof. Armando de Lucena, Malveira; 
- Biblioteca escolar Navegar, Escola Secundária do Restelo, Lisboa;  
- Biblioteca escolar do Agrupamento de Escolas Dr. João de Araújo Correia, Peso da Régua; 
- Biblioteca escolar Cândida Reis, Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Silva, Cucujães;  
- Biblioteca escolar da Escola Básica do Viso, Agrupamento de Escolas do Viso, Viseu; 
- Biblioteca escolar da Escola Secundária de Barcelos, Barcelos; 
- Biblioteca escolar da Escola Básica e Secundária Dr. Pascoal José de Mello, Agrupamento de Escolas de Ansião; 
- Biblioteca escolar da Escola Secundária de Albufeira, Agrupamento de Escolas de Albufeira Poente, Albufeira. 


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