Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



m.png

 Listas: 1.º ciclo2.º ciclo | 3.º ciclo

 

Foram mais de 22 000 os alunos, de 569 escolas, que participaram na primeira fase de 'Miúdos a Votos'. Ao todo, foram sugeridos mais de 2000 títulos diferentes.

 

Os alunos propuseram os títulos que quiseram e aqueles que reuniram um número mínimo de 40 propostas integram as listas agora divulgadas para cada um dos três ciclos de ensino. Os resultados foram apurados pela Pordata, parceira desta iniciativa.

 

Para entrar na lista final nacional houve ainda mais dois requisitos, previstos no regulamento: os livros tinham obrigatoriamente de ter sido publicados (garantindo assim que todas as obras podem ser lidas por toda a gente) e tinham de ser livros individuais. Não foram por isso aceites as propostas que referiam apenas o nome de uma coleção de livros, em vez de um volume ou livro em particular.

 

A partir de agora as escolas e as bibliotecas escolares, em especial, podem preparar a campanha eleitoral que começará no dia 5 de março.

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

biblioteca.png

 

No dia 20 de fevereiro foi apresentado na Galiza (Santiago de Compostela) o nosso projeto "Dilfícil Leitura". Nosso: das professoras de ensino especial, da professora bibliotecária, das auxiliares de educação, dos Pais, da Biblioteca Municipal, da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), da Laredo, do Agrupamento de Escolas S. Gonçalo....

 

A apresentação decorreu nas jornadas formativas da Rede de Bibliotecas Escolares da Galiza, na Escola Galega de Administación Pública em Santiago de Compostela onde foi partilhado o trabalho de mediação do livro e da leitura que tem vindo  a ser feito junto de alunos com necessidades educativas especiais, através da Laredo Associação Cultural.

 

Este encontro formativo acontece no seguimento da intervenção/projeto Dilfícil Leitura apresentado no Folio/Educa (Óbidos/Portugal) a convite da Curadora Maria José Vitorino (Professora Bibliotecária).

 

Na realidade, tudo começou há 3 anos por iniciativa de Goretti Cascalheira, Biblioteca Municipal de Torres Vedras, lançando as Oficinas improváveis que têm percorrido as bibliotecas escolares do concelho promovendo a leitura inclusiva e a acessibilidade aos livros.

 

Trata-se de um projeto que decorreu durante 2 meses intensos numa biblioteca escolar rural (no meio das vinhas) no Centro Escolar da Ventosa (Torres Vedras) e envolveu crianças com necessidades educativas especiais, maioritariamente do perfil autista (severo), crianças das diferentes turmas que se constituíram em tandem para desenvolverem leitura a par  e mediação leitora, 1 professora bibliotecária (figura central em todo o processo), 3 professores de ensino especial e 3 auxiliares de educação e Miguel Horta, mediador da leitura no contexto das necessidades educativas especiais.

 

Este projeto decorreu com grande envolvimento da Rede de Bibliotecas Escolares e da Laredo Associação Cultural e do Agrupamento de escolas de S. Gonçalo (Torres Vedras). O trabalho foi desenvolvido em laboratório, na biblioteca escolar onde foram criadas as condições para o seu desenvolvimento.

 

Apresentámos um conjunto de livros que foram testados pelas crianças e adultos. Um dos objetivos do projeto, para além da pesquisa pedagógica, foi retirar as unidades de ensino especial (multideficiência e autismo) do isolamento que vivem na escola. Por outro lado, interessava-nos clarificar a diferença entre acessibilidade e inclusão, e foi nesse ponto de vista que também pensámos os livros, permitindo a fruição, tanto pela criança autista, quer pelo seu par. Importava mostrar que a biblioteca é um lugar onde cabe toda a gente e que as metodologias não-formais usadas na “casa dos livros” tinham um efeito positivo sobre as crianças, propondo um caminho mais aberto, diverso das práticas correntes do ensino especial no nosso país.

 

Os professores de ensino especial desta escola de Torres Vedras abraçaram o projeto, tratando de adaptar alguns livros a objetivos específicos da aprendizagem da leitura funcional e não só, com assinalável sucesso, relembrando que o livro é uma ferramenta sobre a qual se podem inventar mil e uma formas de mediar, de acordo com o perfil específico dos alunos. Durante o projeto foram desenvolvidos alguns materiais auxiliares ao momento da leitura que pretendem captar o foco e a perceção das crianças mais dispersas.

 

Também valorizámos o empréstimo domiciliário no contexto da sala de ensino especial, mesmo sabendo que algumas das nossas crianças poderiam danificar os livros.

 

Outra decisão deste projeto, foi valorizar o papel das auxiliares de educação, referentes sólidos das crianças especiais (autismo e multideficiência) no interior da escola, como mediadoras de leitura especializada, a par dos docentes e do mediador da leitura.

 

A ida ao Folio/Educa (Festival Internacional de Literatura de Óbidos) foi o ponto alto do nosso projeto – durante um dia, alunos em tandem, auxiliares de educação, professores de ensino especial e o mediador de serviço, partilharam com grupos visitantes (alunos e professores) os livros e a metodologia desenvolvida na escola da Ventosa. Este projeto envolveu toda a comunidade escolar, com especial destaque para os Pais que confiaram na nossa aventura, e aponta um caminho possível para a inclusão, onde a biblioteca escolar desempenha um papel proactivo e central. Na sequência do “Dilfícil Leitura” a professora bibliotecária Joana Rodrigues lançou uma nova ideia de leitura inclusiva no interior da escola, “Ler é ser especial”.

 

por Miguel Horta

 

Texto composto a partir de textos do Facebook e do blogue da Laredo, da autoria de Miguel Horta (responsável pelo projeto), reproduzido aqui com algumas alterações.

Autoria e outros dados (tags, etc)

miudos.jpg

 Visão Júnior |

 

Está terminada a primeira fase de Miúdos a Votos! Quais os livros mais fixes?, uma iniciativa da VISÃO Júnior e da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE). As escolas que querem participar já se inscreveram – e são mais de 500, imagina!

 

E os alunos dessas escolas já propuseram os seus livros preferidos como candidatos a estas eleições – houve 22 244 estudantes a participarem!


Agora, uma equipa da Pordata está a contar essas propostas, para ver quais os livros que tiveram mais escolhas – esses integrarão a lista nacional que irá a votos a 23 de abril, Dia Mundial do Livro, em todas as escolas que queiram participar. As listas dos livros que vão a votos, por cada ciclo de ensino, serão divulgadas até 1 de março.

(...)

 

Ler mais >>

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

imagem.jpg

 RBE |

 

O aLer+ 2027, iniciativa do Plano Nacional de Leitura (PNL) e da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), destina-se a apoiar escolas que pretendam desenvolver um ambiente integral de leitura, centrado na melhoria da compreensão leitora e no prazer de ler, tendo por base novas estratégias e práticas, não só em contextos formais de aprendizagem, mas, também, noutros contextos de socialização da leitura, digitais, não formais e informais.

 

A fase zero do aLer+ 2027 partiu da identificação, com base em critérios pré-definidos, de um conjunto de agrupamentos/ escolas não agrupadas que se constituiu como grupo de partida para esta nova etapa do Programa.

 

De forma a prosseguir a sua execução, é solicitado às escolas sede dos agrupamentos/ escolas não agrupadas selecionadas, que submetam, até 22 de janeiro de 2018, no SIPNL, um Plano de Ação que, excecionalmente, terá uma duração de 2 anos: 2017-18 e 2018-19. 

 


Veja também: Arquivo do projeto 2008-2017
 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

votos.png

 Calendário Regulamento

 

Tendo em conta o sucesso desta iniciativa no ano letivo de 2016-2017, a Rede de Bibliotecas Escolares e a VISÃO Júnior voltam a organizar a eleição dos livros preferidos das crianças e jovens portugueses. Às crianças e jovens será dada a possibilidade, através de uma eleição realizada em todas as escolas, de votarem no livro de que mais gostaram até hoje. Miúdos a votos conta com o apoio da Comissão Nacional de Eleições, do Plano Nacional de Leitura 2027, da Pordata, da Rádio Miúdos e da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

 

A iniciativa é aberta a todas as escolas, sejam públicas ou privadas, abrangendo alunos do 1º ao 9º ano de escolaridade e decorrerá durante o ano letivo de 2017-2018. É também alargada a estabelecimentos de ensino no estrangeiro que lecionem os mesmos anos de escolaridade e que tenham o Português como primeira língua. As eleições decorrerão no Dia Mundial do Livro, 23 de abril. O resultado do escrutínio, que apurará a lista dos livros que as crianças e jovens portugueses mais apreciam, segundo o ciclo de ensino que frequentam, será conhecido em junho, em data coincidente com a Feira do Livro de Lisboa. (...)

 

Ler mais >>

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

logo_project_YOUROPE.png

AE de Colmeias |


Encontra-se em fase inicial no Agrupamento de Escolas de Colmeias o projeto Erasmus+ “Yourope: You in Europe”, que envolve escolas de outros quatro países, a saber: Finlândia, Hungria, Roménia e Turquia. Destina-se a alunos de 3º ciclo e decorre de 2017 a 2019, sendo a escola portuguesa a coordenadora internacional do projeto. O mesmo visa promover nos alunos uma atitude esclarecida e proativa face à Europa, tendo em conta o que esta representa/influi na vida de cada um de nós. A ênfase vai para o desenvolvimento de competências, conhecimentos e valores relacionados com a Cidadania/Pertença Europeia, trabalhando aspetos interdisciplinares do currículo, numa dimensão de trabalho cooperativo transnacional, com enfoque na utilização integrada das TIC e das línguas no processo de aprendizagem.O envolvimento das bibliotecas escolares neste projeto encontra-se também garantido, uma vez que a maioria dos professores participantes são professores bibliotecários nos respetivos países.

 

A primeira Reunião Transnacional decorreu em Portugal, entre 15 a 19 de novembro. O objetivo principal deste encontro era a definição pormenorizada de cada etapa do projeto, tendo sido apresentadas as diferentes escolas e sistemas educativos; traçadas em pormenor as atividades a serem levadas a cabo durante o primeiro ano; finalizados os inquéritos de avaliação prévia do projeto para alunos e docentes; selecionado o logotipo final do projeto, após elaboração de propostas pelos alunos de todos os países parceiros; esclarecidas dúvidas e apresentadas sugestões de melhoria, atendendo à realidade de cada país.

 

A visita contou também com o apoio do Município de Leiria, tendo um dos dias de trabalho decorrido na Biblioteca Municipal da cidade, onde, para além da disponibilização do espaço para reunião, os colegas estrangeiros tiveram oportunidade de conhecer, numa visita guiada, a biblioteca (incluindo a belíssima biblioteca de Afonso Lopes Vieira) e conhecer os projetos em curso a nível concelhio.

 

Os colegas estrangeiros louvaram o nível de organização do evento, bem como o espírito acolhedor da comunidade educativa. Todos reconheceram o potencial da parceria em termos da cooperação internacional e de um maior envolvimento dos nossos alunos nas causas/destinos europeus.

 

Saber mais: [http://erasmusplusyourope.com/ ] [https://www.facebook.com/groups/117482255606326/?ref=bookmarks]

Boletim de apresentação do projeto: [https://padlet.com/yourope2017/vopcni3slgk2]

 

As professoras dinamizadoras,

Cláudia Mota e Bernardete Francisco

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

No dia 30 de novembro decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian a apresentação pública e a "entrega" do projeto MILD (Manual de Instruções para a Literacia Digital) à Rede de Bibliotecas Escolares.

 

Do evento destacamos a conferência de Cristóbal Cobo.

Numa sucessão de narrativas curtas, sustentadas por dados quantitativos, mostrou o poder que as histórias continuam a ter, seduzindo por completo a plateia. Falou da sociedade, da tecnologia e de multiliteracias.

 

Deixamos aqui os últimos vinte minutos da sua conferência.

  

 

Blogue: e-rgonomic

Cristóbal Cobo no Twitter: https://twitter.com/cristobalcobo

C. Cobo no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/ccobo/

 

***

 

Daniel Cassany marcou presença no evento. Falou do seu papel e consequente contributo na construção do MILD.

 

Web pessoal de Daniel Cassany

Internet en el aula | Rede social docente

10 chaves para ensinar a interpretar | Daniel Cassany 

 

***

 

A experiência do MILD em contexto escolar | Carlos Pinheiro

 

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

alea.png

 

O ALEA – Ação Local de Estatística Aplicada – é um projeto de parceria que visa a elaboração e disponibilização de instrumentos de apoio ao ensino e à aprendizagem da Estatística.

 

O ALEA foi apresentado publicamente em 1999, com o propósito de proporcionar instrumentos relativos à compreensão, à utilização e ao ensino da Estatística, destinados essencialmente aos docentes e alunos do ensino secundário. A natureza e o âmbito da atividade que desenvolveu desde então justificaram o prémio internacional de “Best Cooperative Project Award” que lhe foi atribuído em 2007.

 

Mas era tempo de mudar! Por isso, as entidades que, em parceria, dinamizam o ALEA – Instituto Nacional de Estatística, Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e Escola Secundária de Tomaz Pelayo – apresentam agora um novo Portal ALEA (www.alea.pt).

 

Mantendo-se o propósito e a natureza dos conteúdos – promover a literacia estatística junto da comunidade educativa, em especial, mas também da sociedade em geral – dá-se-lhes um novo formato.

 

Pretende-se, assim, tornar esses conteúdos mais claros e acessíveis, a navegação mais simplificada e com melhor usabilidade, e também estar adaptado à nova realidade das redes sociais.

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

faq.png

 FonteFAQ 

 

Integrado no Projeto SOBE, surge o subprojeto agora denominado Escovar na Escola, através do qual a Direção-Geral da Saúde vai distribuir 150.000 kits para a escovagem dos dentes (copo, escova e dentífrico). Este subprojeto visa incentivar as escolas e jardins-de-infância, que implementam ou desenvolvem projetos de saúde oral, a incluir a escovagem dos dentes efetuada pelos alunos diariamente, em ambiente escolar.

 

Cada agrupamento deve organizar-se no sentido de efetuar apenas uma candidatura. Os projetos candidatos ao Escovar na Escola têm que ser desenvolvidos em parceria com a unidade de saúde do Serviço Nacional de Saúde (Centro de Saúde). Para receberem os kits para a escovagem dos dentes, os professores bibliotecários e os responsáveis da saúde de cada uma das candidaturas assumem o compromisso de fazer com que os alunos envolvidos escovem efetivamente os dentes durante o tempo que permanecem na escola ou jardim de infância, preferencialmente depois do almoço.

 

Ler mais >>

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:

classicos.jpg

 por Rita Pimenta | Público |

 

A Rede das Bibliotecas Escolares, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e as autoras do projecto Olimpvs.net unem-se para tornar visível a Antiguidade e “manter vivo o espírito humanista do conhecimento clássico”.

 

 

Clássicos em Rede é o nome do programa que foi lançado nesta segunda-feira para alunos do ensino básico e secundário com o propósito de aumentar os seus conhecimentos sobre a cultura clássica. Na certeza de que esta ajuda a ler o mundo de hoje. E a melhorá-lo.

 

No Museu de Lisboa — Teatro Romano sublinhou-se a vontade de levar os jovens a identificar quotidianamente a presença do conhecimento clássico, “na língua e etimologia, na herança patrimonial, nos modelos estéticos e na arte, no imaginário colectivo e no ideário que está na base das nossas sociedades”. Resumindo, “tornar a cultura clássica uma evidência para os mais jovens”, nas palavras de Teresa Santa-Clara, da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE).

 

Da iniciativa faz parte um concurso, as Olimpíadas da Cultura Clássica, em diferentes modalidades: escrita, expressão plástica e trabalhos multimédia. Os temas para este ano lectivo são Ulisses e Penélope; Minotauro e o Labirinto; Zeus e os Jogos Olímpicos. As escolas terão de se inscrever até 30 de Novembro.

 

No encontro foi lida uma mensagem do secretário de Estado da Educação, João Costa, que a dada altura se dirige directamente aos alunos, que vieram da Escola Básica de Mafra e da Escola Secundária Leal da Câmara, em Sintra: “Peço-vos que agradeçam vivamente aos vossos professores por vos darem a oportunidade de participar nesta iniciativa. Vocês têm professores muito inteligentes, que percebem o que é fundamental para a vossa formação. Peço-vos também que entendam que estudar a cultura clássica não é só estudar algo antigo e interessante (ainda que só por si isso já fosse muito bom). Estudar a cultura clássica é abrir os olhos para o que nos rodeia. A influência da cultura grega e latina está hoje presente no nosso património, na nossa língua, na nossa literatura, na forma como as nossas cidades estão organizadas, na nossa justiça e nos nossos tribunais. Até os super-heróis da Marvel estão cheios de referências à cultura clássica! Mais importante, está presente na forma como pensamos, como sentimos, como raciocinamos, como nos relacionamos. Por isso, quando hoje queremos uma sociedade mais justa e para todos, essa sociedade constrói-se com mais conhecimento, com mais cultura.”

 

O que somos e como somos

O encontro contou com a presença da coordenadora da RBE, Manuela Pargana Silva, que sublinhou a importância de explorar a forma “como os gregos e romanos olhavam para o mundo” e de estudar as suas “preocupações sobre a nossa existência, o que somos e como somos”.

 

O director da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Paulo Farmhouse Alberto, também na mesa de abertura, enalteceu esta parceria, já que considera “fascinante o universo da Antiguidade Clássica”, não duvidando de que será “uma aposta ganhadora”. Também se dirigiu directamente aos alunos, manifestando um desejo: “Talvez nos encontremos na Faculdade de Letras daqui a uns anos.”

 

As autoras da colecção Olimpvs.net (em que cinco jovens adquirem poderes dos deuses gregos), Ana Soares, professora, e Bárbara Wong, jornalista do PÚBLICO, disseram querer “estender este gosto pelos clássicos a todas as escolas” e recordaram sonhos de infância, como o de quererem “ser guerreiras”. Aqui, desafiaram os alunos a “pôr os sonhos em prática”, com “trabalho e persistência”.

 

A série (editada pela Alfaguara) tem oito títulos e nasceu da percepção de que faltavam no mercado livros sobre estes temas para leitores entre os oito e 15 anos. “A mitologia está presente em muitas brincadeiras e jogos de computador e consolas, mas fora de contexto. Quando aparece um monstro com três cabeças, não é só porque dá jeito, há uma explicação”, referiu Ana Soares.

 

“Puxar a carroça”

O Centro de Estudos Clássicos esteve representado por Maria Cristina Pimentel, que salientou o potencial de “interdisciplinaridade dos estudos clássicos” e de que esta é a forma “que se deveria agir nas escolas”, fazendo pontes entre todos os saberes. Mostrou-se satisfeita por estas parcerias irem ajudando “a puxar a carroça dos clássicos”.

 

O lançamento prosseguiu, sempre com os convidados a serem apresentados por alunos, com as comunicações de Maria Catarina do Espírito Santo sobre "Ciência e cientistas na Antiguidade", e de Rui Carlos Fonseca sobre "Os feitiços de Harry Potter". Houve ainda tempo para a actuação de ex-alunos da escola de Sintra, com o texto In diebus illis. “Fizemos um curso livre de Latim na Faculdade de Letras e gostámos muito. Por isso estamos aqui”, disseram ao PÚBLICO, quase em coro.

 

Quem também estudou Latim foi o secretário de Estado da Educação, que terminava assim a sua mensagem: “Fui aluno de latim e grego. Um dia conto-vos como casei graças ao Cícero e ao latim!”

 

Pimenta. (2017). Educação. Clássicos nas escolas ajudam a ler (e a melhorar) o mundoPÚBLICO. Retrieved 1 November 2017, from https://www.publico.pt/2017/10/31/sociedade/noticia/classicos-nas-escolas-ajudam-a-ler-e-a-melhorar-o-mundo-1790939

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter



Perfil SAPO

foto do autor



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Twitter_