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 Universo Abierto | Texto completo |

 

Noticias falsas, contenido polarizado y plazos algorítmicos: vivimos en un mundo en el que Internet ofrece a todos accesos a una cantidad ingente de información, pero no garantiza que esa información sea exacta o incluso verdadera. Las bibliotecas son instituciones del siglo XIX en el siglo XXI. ¿Cuál es la razón de su supervivencia? ¿Por qué necesitan ser universales? ¿Cuál es su valor en la actualidad?

 

Las instituciones públicas, incluidas las bibliotecas, son una parte importante de nuestras vidas que ofrecen un nivel alto nivel de confiabilidad a las personas. Son espacios neutrales de equidad social que garantizan un acceso igualitario a la información, la cultura y el aprendizaje. Sin embargo, Internet ha tenido un fuerte impacto en las bibliotecas. En la última década, el uso de las bibliotecas ha disminuido en un 30% en Reino Unido. Como resultado, cientos de bibliotecas en toda Gran Bretaña han cerrado y una cuarta parte del personal de la biblioteca ha perdido su empleo. Además son muchos los que se plantea porque financiar las bibliotecas cuando toda la información que antes encontrábamos en las bibliotecas, ahora la podemos encontrar fácilmente en Internet o a través de una suscripción a un servicio de lectura digital de tarifa plana.

 

Aunque Internet nos facilita el acceso a mucha información, también necesitamos espacios comunitarios neutros, no comerciales, para el descubrimiento, el aprendizaje y la existencia en la era digital. En este sentido, las bibliotecas son una institución pública vital, que proporcionan una infraestructura social de la que todos podemos beneficiarnos. Las bibliotecas son instituciones públicas en un mundo en constante privatización, que representan un conjunto de valores esenciales como son la igualdad de oportunidades, la solidaridad y la equidad social; porque son uno de los pocos lugares donde aún la gente somos personas antes de que consumidores. ya que son espacios neutrales, cuyos objetivo final tienen en mente el bien social, y no los intereses comerciales. (...)

 

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Download | Applications of ICT in Libraries. [e-Book]  Wikibooks, 2015

 

Contents: Diploma ICTL; Advanced Diploma ICTL; Locating Information; Supporting Reader Development; Supporting Client Learning; Using ICT in Professional Practice; Safe and Legal Use of ICT; Net Navigator; Educator; Digital Culture – Online Communication; Digital Culture – Online Collaboration. 

Visto aqui.

 

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Inaugurada hoje, 10 de junho de 2017.

 

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 Fonte | Conteúdo relacionado |

 

 

Este é o conjunto de apresentações disponibilizadas pelos oradores referentes aos Encontros Documentais - Arquivos, Museus e Bibliotecas 2017:

 

Arquivos:

 

Museus:

 

Bibliotecas:

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Francisco José Viegas |

 

Há livros que resumem vidas inteiras. E há livros que nos devolvem fragmentos da nossa própria vida – pedaços que já tínhamos perdido sem esperança de os reencontrar – mesmo aqueles que já tínhamos esquecido.

 

De cada vez que penso “nisso”, penso também nos lugares onde fui feliz com os livros e, de entre esses dois lugares, elejo dois: o Douro, no Verão quente à beira do rio; e numa das mais belas bibliotecas que visitei na infância: uma carrinha Citroen da Fundação Calouste Gulbenkian que, às quartas-feiras, religiosamente, estacionava no largo principal da aldeia onde eu passava férias (no Douro, o centro do meu mundo de então) e se enchia de gente que procurava uma água invisível para matar aquela sede feita de Verão, calor, preguiça, e imaginação.

 

Digo “imaginação” de propósito, porque não é possível falar de livros e de bibliotecas sem essa palavra, ou sem a palavra “sonhos”. Os livros são como os próprios sonhos: se se recordam é porque são realmente importantes. E se são realmente importantes é porque, de alguma forma, transformaram a nossa vida, ou perturbaram-na, ou tocaram-na em algum lugar.

 

Pouco há a escrever sobre uma biblioteca onde estão todas as palavras que poderíamos utilizar para a descrever e para a comentar – alinhadas em temas, em corredores onde o silêncio ou a penumbra, a luz ou o rumor do divertimento habitam como se fosse a sua casa. A biblioteca não é, por isso, apenas a casa do livro. Todas as imagens do mundo, do sonho, do riso, do medo, da dor, estão ali, abrigadas e aguardando a oportunidade de visitar quem as visita, folheando um livro, ignorando uma página em detrimento de outra, fechando um capítulo da consulta aos livros, que é como quem diz, da consulta ao mundo.

 

Dir-se-á que, provavelmente, o livro não traz a felicidade. Mas, também provavelmente, a imagem de felicidade que fomos construindo vem nos livros – e há-de ter um livro por perto. Um livro por onde copiar seja o que for.

 

Já se disse que a felicidade é um produto da nossa imaginação e da nossa cultura. Mas é nos livros que mais se fala dela – como um estado de espírito, uma ausência e um enigma. E dado que é na biblioteca que os livros se encontram (e em nossa casa, claro, e em qualquer lado, em qualquer lugar onde quisermos que eles estejam), é talvez aí que melhor se reconhece a perfeição e a imperfeição do mundo – a ideia ou o esquecimento da felicidade.

 

NEM SEMPRE É FÁCIL PENSAR UMA BIBLIOTECA: o que ela deve ter, o que ela deve oferecer, o que ela deve esquecer. É este, penso eu, um dos objetivos da biblioteca: fazer esquecer alguma coisa (o lembrar alguma coisa é objetivo comum, não vale a pena falarmos disso – deriva da ideia da biblioteca como grande reservatório do mundo), fazer-nos passear entre as estantes, esquecendo que o mundo está lá fora e que este mundo, o dos corredores repletos de livros, o das páginas revisitadas por prazer ou por obrigação, ou só por curiosidade, é que é o mundo verdadeiro. A vida eterna.

 

Falando sinceramente, a vida que vem nos livros é que é a verdadeira; foi nos livros que, pela primeira vez, ouvimos falar de amor; o primeiro gesto de renúncia, ou de medo, ou de alegria, aprende-se num livro, num fragmento de aventura ou de uma história escutada de dentro de um livro – esse instrumento afinadíssimo para escutarmos as grandes vozes, as que sussurram e as que gritam, as que vêm de longe para lembrar a distância que nos separa ou aproxima da felicidade, ou as que estão tão perto que apenas um levíssimo rumor basta para se tornarem mais reais.

 

Poderíamos repetir Lawrence Durrell (de Justine, do seu quarteto de Alexandria): podemos amar alguém, ou sofrer por alguém – ou, em alternativa, fazer literatura, isto é, escutar as vozes do mundo.

 

E, se falamos em felicidade, falamos também de perdição – ou seja, do direito, impossível de negar a um leitor, de se perder na magnífica contemplação de um título, de um parágrafo, sempre ao acaso das circunstâncias que o levaram por este ou por aquele atalho. É assim, também, que um geógrafo amador persegue a textura dos solos, o contraste das paisagens, a contiguidade ou fragmentação do povoamento: seguindo ao acaso pelo mapa, anotando isto ou aquilo na sua memória, voltando a ela quando vem a propósito.

 

COMO NOS SONHOS, PORTANTO. Ou seja: deixando que as coisas aconteçam por dentro, que é o sítio onde tudo de importante acontece.

 

Provavelmente, dirão que esta visão do pequeno universo das bibliotecas é demasiado benévola e, também, «poética» em excesso. Mas não há outra forma de ver o assunto. A vida é demasiado séria – demasiado fugaz também, para que a levemos muito a sério, como seres cabisbaixos que recusam o enternecimento e o riso só porque se sabe (de antemão, claro que sim) que a vida é pesada o suficiente para nos entristecer. Não há outra forma de ver o assunto: as bibliotecas são ilhas, pequenos continentes onde a fantasia ainda é possível e desejada.

 

O importante é que, precisamente por isso tudo, as bibliotecas sejam focos de resistência. Eu explico: hoje em dia, só se pode ser feliz através dos sonhos – são o espaço de liberdade que nos resta, liberdade absoluta, possibilidade absoluta. Como os sonhos passam para os livros, eu não sei nem posso explicar, senão pelo acaso de aos livros ser possível recuperar aquilo que não se diz de outra forma. Com um livro nas mãos somos livres bem lá por dentro. Deve ser impressão minha, mas os livros acabam por ser a melhor escola de liberdade: em primeiro lugar, ensinam-nos a propriedade coletiva (mas não coerciva) dos sonhos; ensinam-nos que um sonho é partilhável e, por isso, o que vem num livro não diz respeito apenas a um leitor; ensinam-nos que o que vem num livro (os sonhos, as explicações, as interrogações, as perplexidades) já uniu outros sonhos a outros sonhos, outras explicações a outras explicações, outras interrogações a outras interrogações, outras perplexidades a outras perplexidades; ensinam-nos que a verdadeira felicidade só existe porque vem descrita nos livros – e, se vem nos livros, é porque os livros a copiaram de algum lado. É bom saber isso, que a felicidade existe em algum lado. De contrário, não tínhamos razões para procurar.

 

E quando se aproxima o Verão, quando a Primavera chega e transporta consigo esse desejo enorme de preguiça, sesta a meio da tarde, eu lembro-me do Douro e da meia centena de vezes que li “A Cidade e as Serras”, de Eça de Queirós – e lembro-me dessa biblioteca ingénua e inocente onde, às quartas-feiras pelo fim da tarde, a minha tia me levava para escolher alguns livros que nunca chegavam para uma semana de felicidade.

 

Adaptado do português do Brasil.

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 Clicar na imagem para consultar na fonte |

 

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação

ISSN: 1980-6949

 

v. 13 (2017): N. Especial - Competência Informacional e Midiática

 

Sumário

Editorial

Elisabeth Adriana Dudziak

PDF

1-3

 

Abordagem Teórica e Interlocuções da MIL

Literacias emergentes em contextos digitais

Rodrigo Eduardo Botelho-Francisco

PDF

4-26

A contribuição das pesquisas em competências infocomunicacionais ao conceito de Media and Information Literacy

Jussara Borges

PDF

27-46

O estado da arte da competência em informação (CoInfo) no Brasil: das reflexões iniciais à apresentação e descrição de indicadores de análise

Regina Celia Baptista Belluzzo

PDF

47-76

 

Educação e Didática para a MIL

O papel das bibliotecas no contexto das Tecnologias Digitais e novas formas de aprendizagem

Regina Garcia de Brito, Valéria Martin Valls

PDF

77-110

Competência Informacional e Midiática no Ensino de Biblioteconomia: Apontamentos para o Contexto Brasileiro

Gabriela Belmont de Farias

PDF PDF

111-135

Bibliotecas Públicas como lócus para a alfabetização midiática e informacional

Alberto Calil Junior

PDF

136-154

As mídias como fonte de informação: aspectos para uma avaliação crítica

Mariana Pícaro Cerigatto, Helen de Castro Silva Casarin

PDF

155-176

Metacognição no processo de letramento informacional

Kelley Cristine Gonçalves Dias Gasque

PDF

177-195

 

Políticas Públicas, Movimentos Sociais e a MIL

Contribuições das teorias feministas e dos estudos de gênero para os debates sobre alfabetização midiática e informacional

Raquel Tebaldi

PDF

196-212

Competência Informacional e Midiática: uma revisão dos principais marcos políticos expressos por declarações e documentos

Elisabeth Adriana Dudziak, Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, Adriana Cybele Ferrari

PDF

213-253

 

Experiências Relacionadas à MIL

Formação de formadores em Media and Information Literacy (MIL) para países lusófonos africanos

Fernanda Maria Melo Alves, Aida Varela

PDF

254-271

Competência em Mídia e em Informação no ensino em Biblioteconomia: um breve relato de experiência

Marianna Zattar

PDF

272-279

Humanismo e tecnologia na perspectiva da competência informacional e midiática

Aida Varela Varela, Marilene Lobo Abreu Barbosa, Maria Giovanna Guedes Farias

PDF

280-300

Competência informacional e midiática e a formação de professores de ensino fundamental: um relato de experiência

Helen de Castro Silva Casarin

PDF

301-321

 

 

____________________________________________ 

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. São Paulo.  ISSN: 1980-6949

 

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. © 2002 / Todos os direitos reservados a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições. Contato: rbbd@febab.org.br 

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Taller sobre aplicaciones móviles por Julio Alonso Arévalo (bibliotecário)
  
VIII Congreso Nacional de Bibliotecas 17-18 de noviembre de 2016
Universidad de Salamanca
Facultad de Traducción y Documentación
Noviembre 2016
 
Conteúdo relacionado:

ntrod: https://eliademy.com/app/a/courses/7fd0476d9f/1

Indices: https://eliademy.com/app/a/courses/f5a52d7391
Desplegable: https://eliademy.com/app/a/courses/29168c7eee
Módulo 1: https://eliademy.com/app/a/courses/e10ec0ce26
Módulo 2: https://eliademy.com/app/a/courses/b3018eecf7
Módulo 3: https://eliademy.com/app/a/courses/1d8e27447a
Módulo 4: https://eliademy.com/app/a/courses/b2e2cf276c
Módulo 5: https://eliademy.com/app/a/courses/d8782cae50

 
 

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Clique na imagem para aceder ao Guia

 

Como criar e organizar uma exposição na biblioteca? (PDF, 27 páginas) É um novo guia prático posto em linha pela ARL PACA (Agence Régionale du Livre) no início de 2016.

 

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Rainie, L. (2016). [e-Book]  How the public grades libraries – and uses libraries. New York, Pew Research. 2016

 

  • O público pensa que as bibliotecas são importantes, especialmente para as comunidades
  • O público gosta dos bibliotecários e tem confiança neles
  • O público pensa que as bibliotecas são muito importantes para as pessoas com poucos recursos
  • O público crê que as bibliotecas se reiventaram a si mesmas como centros de tecnologia
  • O público todavia lê livros

 

 

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Conteúdo relacionado:

 

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Comunidades multiculturales: directrices para el servicio bibliotecario. [e-Book]  3ª edición, 2009

 

 

Estas directrices constituyen la tercera edición del documento titulado Comunidades multiculturales: directrices para el servicio bibliotecario de la Federación Internacional de Asociaciones de Bibliotecarios y Bibliotecas (IFLA en sus siglas en inglés). Esta revisión se basa en los planes estratégicos 2006-2010 de la Sección de Servicios Bibliotecarios para Poblaciones Multiculturales, los cuales tienen por objeto examinar y revisar las directrices, tomando en consideración las nuevas tecnologías, así como los avances profesionales y sociales que hayan repercutido en la prestación de los servicios y las orientaciones. En el Plan estratégico 2009-2010 también se establece que las directrices revisadas deben traducirse, publicarse y difundirse a través de la página web de la IFLA en todas las lenguas oficiales de la IFLA y en tantas otras lenguas como se desee. (...) in Prólogo

 

Visto aqui.

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