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Copyright © Editora CirKula LTDA, 2016. 1° edição - 2016

 

EDUCAR COM PODCASTS E AUDIOBOOKS


O livro apresenta conceitos como podcast, audiobooks, audioler, educomunicação, olhar e ver, ouvir e escutar, ler e audioler, bem como a evolução da rádio e o papel pioneiro do Padre Roberto Landell de Moura. Segue-se uma componente prática onde se apresentam 7 casos de utilização podcasts:

i) 2 casos sobre WebRádio - da autoria de Vítor Diegues e outro de Sílvio Correia, Maria José Brites e Ana Jorge;

ii) 5 casos de utilização de podcast e de vodcast - Eduardo Yoshimoto e Maria Regina Momesso; Manuela Oliveira e Ana Amélia Carvalho; Adelina Moura; Conceição Malhó Gomes e de Maria Regina Momesso.

http://www.cirkula.com.br/BaixarLivrosGratuitos/Educar-com-Podcast-e-Audiobooks.pdf
ou
http://hdl.handle.net/10316/36176

 

Informação retirada da página do Facebook da Professora Ana Amélia Carvalho.

 

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 SeguraNet|

 

Atividades nas Escolas

 

No dia 7 de fevereiro de 2017, comemora-se o Dia da Internet Mais Segura. Para que este dia seja assinalado na comunidade escolar, convidam-se todas as escolas a dinamizarem atividades sobre as temáticas relacionadas com a Segurança Digital, durante o mês de fevereiro de 2017.

 

Esta é a oportunidade perfeita para introduzir, ou reforçar, os temas da segurança digital entre alunos, professores, assistentes operacionais, encarregados de educação e pais.

 

Para se poder dar a merecida visibilidade às iniciativas próprias de cada escola/agrupamento, solicita-se que procedam ao respetivo registo, preenchendo, para tal, o FORMULÁRIO DE REGISTO.

 

 

Para mais informações consulte este tutorial.

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O projeto "Escrita em 3 Ciclos", que decorre no Agrupamento de Escolas de Resende, acaba de ver publicado o seu 5º eBook.

 

O Projeto consiste na construção de histórias originais e respetivas ilustrações por alunos de 3 ciclos de ensino.

 

As histórias são iniciadas por alunos de um ciclo de ensino, continuadas e acabadas por alunos de outros ciclos. As crianças da Educação Pré-escolar ilustram as histórias escritas.

 

A publicação pode ser vista também no blogue das bibliotecas do Agrupamento.

 

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 Observador | por Carlos Maria Bobone

 

A história da língua faz jus ao objecto: já muito se deu à língua sobre como se deve usá-la. Carlos Maria Bobone recorda pontos de viragem fundamentais e os vanguardistas que as protagonizaram.

 

 

 

  1. O que se escreve e o que se devia escrever
  2. Escrever como se diz
  3. Serão os “cavalos” “cadeiras”?

 

Corpo confuso e enorme, enrodilhado em heranças contraditórias e novidades, moldado por regras abstractas e experiências quotidianas, ferido constantemente por sentenças eruditas e acometido por invenções populares, tão intrincado que uma simples mudança pode revolver todo o seu edifício, custa a acreditar que possa ser usado por qualquer boca impúbere.

Mais custa, ainda, perceber como é que uma lógica tão facilmente apreendida pode ser tão difícil de explicar: qual é a lógica da língua? Como é que qualquer criança sabe entrar – com maior ou menor mestria – num jogo de símbolos, em que a junção de sons produz significados diferentes, e sábio nenhum consegue explicar cabalmente a chave do código?

 

A tarefa complica-se ainda mais no caso da escrita: já não é apenas um som que corresponde a um objecto, mas um traço, que corresponde a um som, que corresponde a um objecto. Acresce a isto que, para serem compreendidos, os traços têm de ser limitados. Isto é: o assentimento do traço que corresponde ao som tem de ser comum, tem de ter regra. Por outro lado, para que os sons tenham significado, têm de ter certas especificidades maiores do que eles. O som de cozer e coser pode ser igual, mas a escrita deve ser diferente para indicar significados diferentes. Temos, assim, um número limitado de letras, menor do que o número de sons a que têm de corresponder, e ao mesmo tempo sons iguais a que têm de corresponder letras diferentes. (...)

 

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 fonte: Leer.es | Visionar tutorial | Descarregar o guia |

 

Outra forma de olhar e interpretar a literatura.

 

A educação literária e o fomento da leitura requerem novas técnicas e ferramentas que facilitem o trabalho educativo na sala de aula aos professores. Este guia propõe a realização de um trailer a partir da leitura de um livro como instrumento que integra as tecnologias no ensino.

 

O objetivo principal desta proposta é motivar os alunos durante a aula, captar a sua atenção e mostrar-lhes que os livros podem ser uma fonte de prazer, ligando-os à cultura visual contemporânea.

 

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Ler na Rede

20.01.17

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 por Felipe Zayas | Download |

Os meios de comunicação e os textos disponíveis na Rede têm características que os diferenciam notavelmente dos tradicionais.

 

O écran não significa só uma mudança de suporte, mas também uma modificação profunda no modo de organização dos conteúdos.

 

 

No écran lemos sobretudo hipertextos, quer dizer, “uma série de fragmentos textuais vinculados entre si de tal modo que as unidades podem ler-se em distintas ordens, permitindo assim que os leitores acedam à informação seguindo distintas rotas”.

 

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Download .pdf 1,79MB |

 

O projeto A Aventura de Aprender é um espaço de encontro e intercâmbio à volta das aprendizagens para descobrir que práticas, atmosferas, espaços e agentes fazem funcionar as comunidades; os seus porquês e os seus comos ou por outras palavras, os seus anseios e regras.

 

Este projeto parte de pressupostos mínimos e fáceis de formular. O primeiro tem a ver com a convicção de que o conhecimento é uma empresa colaborativa, coletiva, social e aberta. O segundo abraça a ideia de que há muito conhecimento que não surge intramuros da academia ou de qualquer das instituições canónicas especializadas na sua produção e difusão. E por último, o terceiro milita a favor de que o conhecimento é uma atividade mais de fazer que de pensar e menos argumentativa que experimental. (...)

 

Este guia didático tem por objetivo favorecer a criação de um projeto colaborativo que ligue a atividade das aulas com o que ocorre fora do recinto escolar.

 

Sem aprendizagem não há aventura, já que as tarefas de aprender e produzir são cada vez mais inseparáveis das práticas associadas ao partilhar, colaborar e cooperar. (...)

 

***

 

Quando se fala de meios de comunicação, só imaginamos infraestruturas complexas e poderosas que dispõem de edifícios, oficinas, maquinaria especializada, tecnologia avançada, uma grande equipa humana e técnica, um departamento de marketing e publicidade...

Educaram-nos na ideia de que só é possível criar uma televisão, uma rádio ou um jornal se se tiver muito dinheiro. Ora, como se demonstra neste guia, isto não é bem assim… (...)

 

Tradução livre e com ligeiras alterações a partir do guia, em espanhol.

 

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A 1.ª sessão de sensibilização “Voluntários de Leitura: testemunhos na 1.ª pessoa” terá lugar no próximo dia 26 de janeiro (quinta-feira), na Biblioteca Municipal de Pombal, pelas 14:30, uma iniciativa do Município de Pombal através da Rede de Bibliotecas de Pombal [RBP] em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares [RBE].

 

Sofia Moniz (VL) e Rosário Figueiredo (PB) do Agrupamento de Escolas de Mira

Moderação José Saro (CIBE)

 

Tornar-se voluntário de leitura é também uma forma de envolvimento cívico que promove as potencialidades das novas gerações. Em Portugal, o voluntariado de leitura está ainda numa fase inicial, mas instituições que têm organizado ou acolhido este tipo de intervenção são testemunhas dos efeitos positivos no desenvolvimento educativo e cultural dos beneficiários.

 

Este evento que tem o objetivo de proporcionar um espaço de reflexão e debate sobre esta temática, será o primeiro passo para criar uma bolsa de Voluntários de Leitura no concelho de Pombal.

 

A participação é gratuita mas sujeita a inscrição para servicoeducativobiblioteca@cm-pombal.pt

 

José Saro

Coordenador interconcelhio

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A Revista de Ciência Elementar (RCE) é dirigida a professores e alunos, bem como ao público em geral. Esta revista recupera, por um lado, os contributos que os diferentes componentes do portal têm vindo a recolher ao longo dos últimos anos e, por outro lado, publica os melhores artigos que entretanto nos forem chegando, destinados fundamentalmente a clarificar, esclarecer e desenvolver conceitos de Ciência Elementar, sobretudo os que se encontram diretamente associados aos programas do Ensino Básico e Secundário.

 

Contando com a colaboração de uma equipa editorial de grande prestígio, segue o paradigma da metodologia de peer review para a publicação dos artigos, tendo cada um, um editor especializado responsável pela sua aceitação para publicação.

 

Novembro/ dezembro 2016.

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Abril/ outubro de 2016  

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Como as neurociências contribuem para a educação escolar? 

 

O cérebro é o órgão responsável pela aprendizagem.

 

Durante a aprendizagem, educadores, professores e pais, por meio de suas práticas pedagógicas, fornecem estímulos que provocam transformações em circuitos neurais levando ao desenvolvimento e reorganização da estrutura cerebral, cuja função resulta em novos comportamentos e, portanto, em aprendizado.

 

Apesar da euforia em relação às contribuições das neurociências para a educação, é importante esclarecer que as neurociências não propõem uma nova pedagogia, mas fundamentam a prática pedagógica que já se realiza, demonstrando que estratégias pedagógicas, que respeitam a forma como o cérebro funciona, tendem a ser mais eficientes. (...)

 

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